Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Alcolumbre garante sobrevida à CPMI das Fake News
Decisão

Alcolumbre garante sobrevida à CPMI das Fake News

A decisão é uma derrota para o governo e para os filhos do presidente Jair Bolsonaro, que se movimentam contra o avanço da comissão

Publicado em 23 de Abril de 2020 às 07:39

Redação de A Gazeta

Publicado em 

23 abr 2020 às 07:39
Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado
Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado Crédito: José Cruz | Agência Brasil
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), garantiu uma sobrevida maior para a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News no Congresso Nacional. Na prática, o colegiado terá quase sete meses de funcionamento após o retorno das sessões presenciais, ainda sem data para ocorrer.
A decisão é uma derrota para o governo e para os filhos do presidente Jair Bolsonaro, que se movimentam contra o avanço da comissão. Em resposta a um pedido do presidente da CPMI, senador Angelo Coronel (PSD-BA), Alcolumbre decidiu congelar o prazo de funcionamento das comissões temporárias "do dia 20 de março de 2020 até que sejam retomadas as atividades regulares do Congresso Nacional."
O prazo da CPMI iria terminar no último dia 13 de abril. No início do mês, Alcolumbre prorrogou o prazo por mais 180 dias. Agora, o adiamento começará a contar só quando as reuniões presenciais retornarem. Como ainda faltavam 24 dias para o prazo original quando as reuniões presenciais foram interrompidas, a CPMI terá quase sete meses de sessões presenciais.
Na segunda-feira (20), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a suspensão da prorrogação da CPMI, determinada por Alcolumbre neste mês.
O vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos), outro filho de Bolsonaro, também atacou a CPMI. Pelo Twitter, o parlamentar usou a comissão para fazer um ataque ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Carlos classificou a CPMI como um palanque político para derrubar Bolsonaro do poder. Outro filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), também atuava nos bastidores para barrar a continuidade da comissão.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Flávio Bolsonaro, senador
Flávio Bolsonaro promete criar 500 mil vagas em presídios em 4 anos e zerar déficit carcerário
A marca apresenta McOferta com blister de molho do Big Mac em edição limitada
Mcdonald’s traz grandes craques da Copa do Mundo em campanha com McOferta especial em copos exclusivos
Davi Alcolumbre, presidente do Senado, e senador Jacques Wagner
Alcolumbre é solidário a Jaques Wagner: 'Todos temos que ter presunção de inocência'

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados