Há mais de 40 anos, um de nós vendia picolés e cocadas pelas ruas. O outro vendeu pastel. Os dois começaram cedo a empreender em Aracruz. Contamos essa história porque ela explica algo essencial: ninguém decide investir no futuro de uma cidade sem antes ter feito parte do seu passado.
A cidade vive o maior ciclo de expansão de sua história, e esse ciclo exige moradia que ainda não existe aqui. Aracruz já figura entre as cinco cidades com maior PIB per capita do Espírito Santo, superando até a capital Vitória, segundo o Instituto Jones dos Santos Neves e o IBGE.
A cidade vive o maior ciclo de expansão de sua história, e esse ciclo exige moradia que ainda não existe aqui. Aracruz já figura entre as cinco cidades com maior PIB per capita do Espírito Santo, superando até a capital Vitória, segundo o Instituto Jones dos Santos Neves e o IBGE.
A isso se somam a plataforma logística Parklog ES, ligada à chegada do Porto Imetame e à futura Zona de Processamento de Exportação, e a instalação da fábrica da montadora chinesa GWM, investimento de mais de R$ 10 bilhões no Brasil que deve gerar milhares de empregos na cadeia de fornecedores da região.
Esses não são projetos distantes. São obras em andamento, vagas sendo abertas, terrenos sendo preparados. Aracruz está recebendo gente nova, formando uma nova classe de trabalhadores e empreendedores que precisa de um lugar para viver.
E é aqui que identificamos uma lacuna urgente. Crescimento econômico não se sustenta apenas em fábricas e portos. Sustenta-se em moradia planejada, com qualidade de vida à altura de quem chega e de quem sempre esteve aqui. Um município que atrai bilhões em investimento industrial não pode continuar oferecendo, no campo residencial, apenas o que já existia há vinte anos.
E é aqui que identificamos uma lacuna urgente. Crescimento econômico não se sustenta apenas em fábricas e portos. Sustenta-se em moradia planejada, com qualidade de vida à altura de quem chega e de quem sempre esteve aqui. Um município que atrai bilhões em investimento industrial não pode continuar oferecendo, no campo residencial, apenas o que já existia há vinte anos.
Não chegamos a esse setor como estranhos. Chegamos como dois empresários que construíram tudo o que têm em Aracruz e que aplicam ao setor imobiliário a mesma visão de longo prazo que sempre guiou nossa atuação florestal: paciência para planejar e compromisso com o lugar onde se constrói.
A cidade vai continuar crescendo, isso já é fato. A pergunta é se vai crescer com a qualidade que seus moradores merecem. Apostamos que sim, e apostamos nisso com a experiência de quem viu essa cidade nascer para o que ela é hoje.