O corpo de Juliana Paulo Pinto, de 29 anos, grávida de quatro meses, que foi esquartejado e queimado após ela ser morta em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, será levado para Vitória. Segundo a Polícia Científica, o material será encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML), na Capital, para exames de identificação. Ainda não há previsão de liberação para a família. Caso seja necessário realizar exame de DNA, o prazo estimado para a identificação é de até 30 dias.
O ex-companheiro de Juliana, Diego Marques Alves, de 31 anos, confessou o crime, segundo informações divulgadas pela polícia. Ele alegou conflitos judiciais e desentendimentos como motivação. Os dois estavam separados desde o início do ano, e a vítima tinha uma medida protetiva concedida em maio.
Diego e a atual companheira, Geovana Maria Vieira, de 24 anos, foram presos em flagrante por ocultação de cadáver. Segundo a investigação, Geovana é suspeita de ter ajudado a ocultar o corpo. A polícia apura o caso como suspeita de feminicídio e investiga a possível participação dela no crime.