Economia Brasil precisa fazer seu dever de casa para recuperar a confiança Investidores internacionais voltam a mostrar simpatia pelo Brasil. Mas têm sempre um “se”, condicional, em suas intenções de investir no Brasil: “se” fizer as reformas e “se” tiver governança ambiental
Perspectiva Sucesso da atual política econômica vai fortalecer Bolsonaro O programa econômico do governo, comandado com surpreendentes graus de liberdade pelo ilustre ministro Paulo Guedes, foi razoavelmente bem-sucedido em 2019
Crônica Já que Hitler foi tão bonzinho, por que não relembrá-lo, não é mesmo? Parece pairar no ar verde e amarelo um bizarro clima de força e equívoco, bem misturados através de frases óbvias e bizarras que se espalham pelo país
Opinião da Gazeta Imposto de renda: extinguir dedução é fácil, difícil é corrigir a tabela Quando se deixa de deduzir, aumenta-se a arrecadação. Já quando se mexe na tabela, ocorre o contrário. Não fica difícil entender a razão da injusta defasagem persistir por décadas
Banco do Nordeste Qual é o perfil do capixaba cotado por Paulo Guedes para assumir banco Coluna conversou com fonte que conhece o trabalho de Júlio Cezar Alves de Oliveira
Pacote de medidas Dinheiro parado em fundos pode abater R$ 220 bilhões da dívida pública A área econômica levantou o montante em estoque nos fundos que considera estarem subutilizados ou terem função que não é prioritária
Entrevista Ex-ministro da Fazenda Delfim Netto é novo colunista de A Gazeta Em entrevista, economista defende leilão e privatização para melhorar infraestrutura. Ele também apoia as atuais medidas da equipe econômica do governo federal. Coluna estreia nesta quarta-feira (23)
Reforma administrativa Governo quer barrar reajustes para servidores em entes que gastam muito com folha Paulo Guedes estuda travar reajustes de funcionários públicos em entes federativos que gastem mais de 80% da receita com folha de pagamento
Reforma Guedes quer compensar perdas da Previdência no novo pacto federativo Ministro ficou insatisfeito com a desidratação do texto da reforma no Senado. Economia prevista em 10 anos agora é de R$ 800 billhões