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Alvo era de 4,5%

Inflação fecha 2024 em 4,83% e estoura teto da meta

Mercado projetava IPCA de 4,84%, após alta de 4,62% em 2023; desafios seguem em 2025
Mercado financeiro

Projeção de inflação, PIB e Selic para 2021 sobem, aponta Focus

No Focus divulgado nesta segunda-feira (11), a projeção para o PIB de 2021 passa de +3,40% para +3,41%, e Selic passa de 3,00% para 3,25%
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Inflação e juros

O que vai pesar no bolso do consumidor em 2021 e como se proteger

O ano novo deve começar com a inflação alta em alguns produtos. Alimentos permanecerão caros e preços só devem reduzir no segundo trimestre. Já o crédito deve começar a encarecer a partir da metade do ano que vem.
Andreoni Elias, 33 anos, proprietário do Sheila Marmitex
Dinheiro

Os desafios de 2021 para a economia brasileira

A alta de custos se espalha e deverá ter novos efeitos para os consumidores
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Pesou no bolso

Donos de imóveis reajustam preços do aluguel em até 18%

Desvalorização do real tem contribuído para puxar o índice usado para corrigir os contratos de locação residenciais e comerciais
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No bolso

Arroz, feijão e inflação: mistura indigesta na mesa do brasileiro faz tempo

As causas da presente alta nos preços dos alimentos são diversas e complexas. Portanto, cobrar patriotismo dos donos de supermercados é inútil e apenas revela a incapacidade do presidente Bolsonaro de lidar com o problema
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Opinião da Gazeta

Um país mais organizado é também um país sem fome

Governos em todas as esferas não podem se descuidar: justamente para evitar que se continue penalizando os mais pobres, o Brasil deve ter o compromisso com mais justiça econômica
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Economia

Notificação de supermercados sobre preço dos alimentos foi boa medida?

Com a escalada do preço dos alimentos, a Senacon, ligada a Ministério da Justiça, notificou o setor produtivo e comercial sobre possíveis abusos
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No prato e no bolso

Alta nos preços dos alimentos: não falta produção, sobra lucro

Não há como associar a explosão do preço dos alimentos a uma ilusória melhora de condição de vida dos mais pobres. Como houve melhora se hoje os mais pobres mal conseguem colocar arroz e feijão nos pratos de suas famílias?
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Estímulos

Juros baixos no país sinalizam riscos que rondam a economia

Manutenção da Selic em 2% ao ano não muda a vida da sociedade, mas sinaliza posição de cautela do Banco Central diante de riscos inflacionário e fiscal
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