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A transmissão acontece principalmente por meio de gotículas respiratórias eliminadas quando uma pessoa infectada fala, tosse ou espirra
Luiza Morandi Infectologista
O contato com superfícies contaminadas também pode contribuir para a disseminação do vírus. Segundo a Fiocruz, a alta transmissibilidade da influenza favorece surtos sazonais, especialmente durante os meses mais frios do ano.
Entre as possíveis complicações estão pneumonia viral ou bacteriana secundária, agravamento de doenças respiratórias crônicas, insuficiência respiratória, miocardite, encefalite e sepse. Estudos publicados em periódicos científicos apontam que a evolução para formas graves pode resultar em hospitalização e, em alguns casos, óbito, principalmente entre os grupos mais vulneráveis.
Para a infectologista, a principal forma de prevenção continua sendo a vacinação anual. “A vacina reduz o risco de casos graves, hospitalizações e mortes. Além disso, medidas como higienização frequente das mãos, etiqueta respiratória e evitar contato próximo com pessoas sintomáticas ajudam a diminuir a circulação do vírus”, orienta Luiza Morandi. Segundo o Ministério da Saúde e a Fiocruz, a imunização permanece como a estratégia mais eficaz para reduzir o impacto da influenza na população.