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Abrindo o baú

Ex-backing vocal de Beto Jamaica faz sucesso como cantora no ES

A capixaba Lilian Lomeu é uma das principais cantoras de Axé Music no Espírito Santo e sonha em gravar um EP e DVD, além de ter o próprio bloco de Carnaval
Redação de A Gazeta

Publicado em 

20 set 2020 às 09:00

Publicado em 20 de Setembro de 2020 às 09:00

Abrindo o baú de Lilian Lomeu
Abrindo o baú de Lilian Lomeu Crédito: Divulgação
Lilian Lomeu não esquece. O primeiro show foi no bairro São Benedito, aos 9 anos, na comemoração de um Dia dos Pais. Ela subiu num enorme palco, na festa da comunidade da igreja, e cantou a música ‘Meu velho pai’. “Lembro como se fosse hoje, a apresentação foi linda, todos ficaram emocionados e me deram total apoio para que eu continuasse cantando”, conta a capixaba.
Começou cantando em festas de formatura, integrou bandas - como a Oásis, a Pakera, a Aerosom, Pizindim e Timbales do Pelô - até que decidiu morar um período em Salvador. “Lá atuei na Dengo de Mulher, fui backing vocal de Beto Jamaica e Xexéu (ex-Timbalada) e participei de programas de TV nacionalmente”. Atualmente, Lilian é uma das principais cantoras de Axé Music no Espírito Santo.
“Axé é essa mistura deliciosa de ritmos com cadência, força, beleza, tradição, raça, pegada, poder, energia e paixão. Eu me aproprio desse conceito e digo que o axé é a minha essência”, conta ela, que já fez três inesquecíveis carnavais de Salvador e sonha em gravar um EP e DVD, além de ter o próprio bloco de Carnaval. Confira os objetos de seu baú. 

Guardo com carinho.

A almofada de coração. É um presente repleto do amor mais puro que recebo. Ela é mais que especial e eu guardo com muito carinho.
A flauta doce e minha caixa de cartelas de aulas de percussão. É o material didático que uso para lecionar para as minhas crianças. Sou apaixonada por esse outro lado da minha profissão.
O microfone. O meu instrumento de trabalho mais importante é, sem dúvidas, a minha voz. Mas é através do meu microfone que consigo projetar e potencializar esse dom que Deus me deu. Morro de ciúmes dele.
O violão que ganhei dos meus pais quando eu tinha 7 anos. Estou sempre zelando por ele, reformando, mantendo lindo e bem cuidado. Ele tem muita história.
Fica a bíblia sagrada. Representa o alimento para o meu corpo e para a minha alma. Nela encontro refúgio, consolo e orientação. A palavra de Deus é a minha fonte incessável de amor e força.
O fone de ouvido. É um instrumento de trabalho que uso bastante e que me mantém em contato direto com a música. Seja no meu momento solo ou para lapidar a batida fora do compasso de cada instrumento, para melhorar a qualidade do meu som.

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