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Abrindo o baú

Após perder emprego, ela faz sucesso criando cestas de café da manhã

Patrícia Maia, da As Maias Pães e Cestas, crias cestas afetivas, com a proposta do artesanal, do feito à mão e do talento de inúmeras pessoas.
Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 set 2020 às 09:00

Publicado em 05 de Setembro de 2020 às 09:00

Patrícia Maia
Patrícia adora a nova profissão. "Produzir cestas me aproxima do universo dos meus clientes". Crédito: Divulgação
Patrícia Maia cresceu numa casa com dois grandes cozinheiros. A mãe preparava uma comida deliciosa. Já o pai cuidava do tempero. “Preparavam doces e compotas. Não tivemos uma vida financeira fácil, não havia ‘folga’. Mas na mesa, sempre muita fartura. A partir dos meus 10 anos comecei a fazer bolos e todos os domingos eu que preparava a mesa do café. Era um evento”, lembra.
Se formou em Economia, trabalhou durante anos numa multinacional, até que, em 2015, foi desligada. “Foi o momento de me reinventar. Com foco no que há de mais importante, minha harmonia pessoal, busquei conhecimento pelo Brasil, em cursos com chefs na linha da alimentação funcional. Comecei fazendo pães e bolos e logo em seguida as cestas”.
Nascia assim As Maias Pães e Cestas, oferecendo cestas de café da manhã afetivas, com a proposta do artesanal, do feito à mão e do talento de inúmeras pessoas. “Produzir cestas me aproxima do universo dos meus clientes. É como se eu vivesse cada um desses presentes”, conta ela que sonha com a construção da casa no campo.

Lugar no mundo.

A cristaleira que é o móvel mais bonito da minha casa. Nela tem emoção e minhas melhores louças, delicadas e cheias de histórias de família. Uso em ocasiões especiais, mas às vezes tiro algumas para o dia a dia. Parece que torno o dia mais especial quando abro minha cristaleira. 
Fotografo tudo. Minhas cestas, pessoas, objetos, meus filhos, paisagens, o sol, a lua, o mar, os bichos. Prendeu meus olhos, registro. É como se eu pudesse segurar o tempo pelas mãos, pelas fotos que tiro.
O terço. Lembrança marcante deixada pelo meu Pai. Era um católico fervoroso, um homem de muita fé. Este mesmo era o seu pessoal. Inseparáveis, uma armadura.
O livro Diário de Anne Frank, que li na adolescência e me marcou muito. A história, a tristeza, o sofrimento, a força dessa menina me marcam até hoje, talvez por eu ler o livro um pouco mais velha do que a idade em que ela tinha. O mundo abriga muitas histórias, mas o holocausto foi, na minha opinião, a mais triste delas.
Amo e conservo ainda o tacho de cobre que era utilizado pelos meus pais para fazer doces. Já ensaiei fazer geleia, mas ele fica mesmo é na minha cozinha sempre com frutas frescas.
Se existe um lugar que consegue me parar, é São Roque de Maravilha, em Alfredo Chaves. É onde me conecto comigo, com a minha família e com a natureza. São Roque consegue me aliviar e me inspirar.

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