Eis São Judas Tadeu: “Nada é impossível”. H. G. Wells: “Não há inteligência onde não há mudanças nem necessidade dela”. O Brasil não é de todos, uma “republiqueta” onde a corrupção atinge até os mercados de banana. O Espírito Santo tem que ser de todos, mas a violência e o tráfico de drogas, com as famílias sem proteção chorando sempre, impedem. Onde estão as autoridades, governo, deputados, prefeitos, vereadores, Ministério Público, OAB, igrejas...? Quem cala...
Alegria com o Flamengo: Hei de ser sempre, agora mais do que nunca. E tristeza: Em Brumadinho e Paraisópolis também se mata. Outra alegria: 52% dos brasileiros confiam na Justiça. Provérbio: “Fazer justiça ao pobre e aos necessitados”. Promessa que devia ser cumprida.
O Brasil está vivendo o feminicídio e um manicômio tributário. Recesso é um exagero para um Congresso que esteve em ritmo de férias durante metade do ano. Trump, cale a boca, respeite a economia do nosso país. Lava Jato recupera mais de R$ 4 bilhões em cinco anos e tem gente ainda contra.
Que país é este, em que criminosos roubam os cofres públicos, ou seja, nosso dinheiro, por muitos anos e agora estão em liberdade? Que os exemplos não atinjam as novas gerações que não conheceram os dias de chumbo da Ditadura, tentando entre outros fatos derrubar a autonomia constitucional das universidades, onde estudantes e docentes foram presos sem liberdade para se defender. Existem brasileiros querendo sua volta. Prendam os que fazem linguiça com carnes de cachorros e gatos e os que destroem árvores para melhor visão.
Pode o Brasil, que já vivenciei por 84 anos de vida, com esperanças todos dias. Os empregos voltam a se tornar realidade e a economia abre as portas para os empreendedores, ocorrendo uma melhora sensível para o PIB.
“Não se alegre com a injustiça, mas regozije com a verdade”. A maldade humana, só a justiça a destruirá. Quem odeia tem pedra no coração, a raiva leva ao ódio e ao sofrimento. Deus, acendei a divina luz para os justos. Não há outro santo como o Senhor, porque não há outro além de ti.
*O autor é ex-reitor da Ufes