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Governo Bolsonaro

Bolsonaro diz que colocará em pau-de-arara ministro envolvido em corrupção

Na cerimônia de anúncio de crédito para a execução de obras estaduais, ele reconheceu, no entanto, que é possível que irregularidades sejam cometidas no governo federal sem que ele tenha conhecimento

Publicado em 12 de Dezembro de 2019 às 19:38

Redação de A Gazeta

Publicado em 

12 dez 2019 às 19:38
Presidente da República, Jair Bolsonaro  Crédito: José Dias/PR
 Em um discurso a uma plateia de prefeitos, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (12) que colocará em um "pau de arara" o integrante de sua equipe ministerial que se envolver em episódios de corrupção durante o seu mandato.
Na cerimônia de anúncio de crédito para a execução de obras estaduais, ele reconheceu, no entanto, que é possível que irregularidades sejam cometidas no governo federal sem que ele tenha conhecimento, mas ressaltou que episódios descobertos não serão admitidos.
"Se aparecer [corrupção], boto no pau de arara o ministro. Se ele tiver responsabilidade, obviamente. Porque, às vezes, lá na ponta da linha, está um assessor fazendo besteira sem a gente saber. Não é isso? É obrigação nossa, é dever", disse.
A expressão "pau de arara" é empregada para descrever um instrumento de tortura utilizado contra aqueles que eram considerados inimigos da ditadura militar brasileira, período da história do qual o presidente já se disse admirador.
Em outubro, o Ministério Público de Minas Gerais denunciou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, sob acusação de envolvimento no esquema de candidaturas laranjas do PSL, caso revelado pelo jornal Folha de S.Paulo.
Em depoimento à Polícia Federal, Haissander Souza de Paula, assessor parlamentar do ministro à época, disse que acha que parte dos valores depositados para as campanhas femininas da sigla, na verdade, foi usada para pagar material de campanha de Álvaro Antônio e de Bolsonaro.
Em novembro, o Ministério Público do Rio de Janeiro abriu um terceiro inquérito para investigar denúncias de irregularidades no gabinete de Flávio Bolsonaro, quando o hoje senador era deputado estadual do Rio de Janeiro.
O objetivo é apurar eventual improbidade administrativa decorrente do emprego de assessores fantasmas, ou seja, pessoas investidas em cargo em comissão junto ao gabinete do filho do presidente que não teriam exercido funções inerentes à atividade parlamentar.
Já existe um inquérito civil no Ministério Público para investigar uma eventual prática de improbidade administrativa no gabinete de Flávio --mas, nesse caso, sobre a devolução de parte dos salários de funcionários ao gabinete, ato conhecido como "rachadinha".
No discurso desta quinta-feira (12), feito na sede do governo tocantinense, o presidente disse que, em sua opinião, a imagem do país associada a episódios de corrupção tem mudado no exterior e ressaltou que, atualmente, o mundo está vendo o Brasil diferente.
"Eu creio que muitos votaram em mim porque eu era o diferente entre os candidatos presidenciais", disse.

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