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Cidades

Praia do Canto e´ o vetor da grande transformação urbana da Capital

A região possui áreas verdes, de lazer e expansão imobiliária, com a construção de modernos edifícios de escritórios, apartamentos, prédios institucionais, shopping e hotéis

Publicado em 11 de Fevereiro de 2020 às 04:00

Públicado em 

11 fev 2020 às 04:00
Luiz Carlos Menezes

Colunista

Luiz Carlos Menezes

Vista da região da Praia do Canto, em Vitória Crédito: Vilamir Azevedo
A Praia do Canto, epicentro da mais dinâmica região de Vitória, foi o vetor da transformação urbana que resultou na consolidação desta região (Região 5 do Plano Diretor) como o novo centro administrativo, financeiro e de lazer da Capital.
Hoje, sede dos poderes Legislativo, Judiciário (cinco tribunais) e de vários órgãos oficiais, tonou-se a mais nobre e próspera região para a instalação de empresas, clinicas e outros estabelecimentos de comércio e serviços.
Mas o que era a Praia do Canto nos anos 1950? Naqueles anos, a Praia do Canto se limitava a um pequeno trecho de praia entre as ruas Moacir Ávidos e Afonso Claudio, que desaparecia nas marés altas. Na sequência havia, na direção Sul, a Praia Comprida (a principal), Praia do Barracão, Praia de Santa Helena e Praia do Suá.
Não havia edifícios, somente casas. Automóveis eram raros e só havia uma linha de ônibus para chegar ao bairro – a Viação Marinho. O bonde (muito utilizado) passava pela Praia do Barracão (início da Av. Saturnino de Brito), ruas José Teixeira e Aleixo Neto até o cruzamento com a Rua Chapot Presvot (final dos trilhos).
Um pequeno muro de pedra separava a calçada da Av. Saturnino de Brito da areia da praia e, em frente à Ilha do Frade (não existia a ponte), havia um trampolim, só acessível a nado. A Reta da Penha, com uma só pista de paralelepípedos, era o único acesso à Camburi – pela Ponte da Passagem – e Av. Rio Branco e a Rua Constante Sodré não eram pavimentadas.
A grande transformação se deu com a execução do projeto urbanístico do “Aterro da Comdusa” (assim chamado na época), ligando todo aquele conjunto de praias à Ilha do Boi ­– um aterro hidráulico que se estendeu por toda a orla até a antiga Praia do Canto.
Esta grande obra deu origem a parte mais moderna da região – a Enseada do Suá – e possibilitou a criação de amplas áreas verdes, de lazer e a expansão imobiliária, com a construção de modernos edifícios de escritórios, apartamentos, prédios institucionais, shopping e hotéis. E viabilizou a ampliação do sistema viário e a construção da Terceira Ponte.
Foram estas recordações que me levaram a olhar a Praia do Canto como o vetor da maior transformação urbana de Vitória, tornando-a uma das mais belas capitais do país. E, na medida em que viajo e conheço novas cidades e lugares pelo mundo, fico cada vez mais convencido que ao escolher a Praia do Canto para morar (há 40 anos) fiz uma ótima escolha.

Luiz Carlos Menezes

É engenheiro civil, empresário e conselheiro da Ademi-ES. Desenvolvimento urbano, tráfego e mobilidade urbana são os destaques deste espaço. Escreve quinzenalmente, às segundas

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