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Processo

Suprema Corte da Pensilvânia derruba decisão que favorecia campanha de Trump

O caso começou no Tribunal Eleitoral, onde um advogado da campanha à reeleição de Donald Trump, argumentou que não conseguia observar suficientemente o processo de apuração

Publicado em 18 de Novembro de 2020 às 09:37

Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 nov 2020 às 09:37
Donald Trump retorna à Casa Branca depois que a mídia declarou o candidato democrata dos EUA à presidência, Joe Biden, o vencedor das eleições presidenciais dos EUA em 2020, em Washington
A Suprema Corte do Estado americano da Pensilvânia derrubou decisão que favorecia campanha de Donald Trump Crédito: Reuters/Folhapress
A Suprema Corte do Estado americano da Pensilvânia derrubou, nesta terça-feira (17), uma decisão do tribunal de apelações que exigia que observadores eleitorais tivessem acesso de perto ao processo de contagem de votos.
O caso começou no Tribunal Eleitoral, onde um advogado da campanha à reeleição do presidente americano, Donald Trump, argumentou que não conseguia observar suficientemente o processo de apuração. O juiz de primeira instância decidiu a favor dos funcionários eleitorais da Filadélfia, dizendo que os observadores eram obrigados apenas a observar, e não a auditar, as cédulas.
Um juiz intermediário do tribunal de apelações reverteu a decisão, emitindo uma ordem dizendo que os observadores deveriam ter permissão para acompanhar o processo em um raio de cerca de 2 metros. Autoridades da Filadélfia apelaram à Suprema Corte estadual, dizendo que as restrições aos observadores eram necessárias para o distanciamento social e a privacidade do eleitor, em meio à pandemia de Covid-19.
Nesta terça-feira (17), o tribunal decidiu, por 5 a 2, a favor do Conselho Eleitoral da Filadélfia. "O Conselho não agiu de forma contrária à lei ao formular seus regulamentos que regem o posicionamento de representantes de candidatos durante o processo de pré-votação e votação, visto que o Código Eleitoral não especifica parâmetros de distância mínima para a localização de tais representantes", escreveu a juíza Debra Todd. 

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