Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Mundo
  • Reino Unido avalia ampliar o prazo de confinamento
Pandemia

Reino Unido avalia ampliar o prazo de confinamento

De acordo com o ministro de Gabinete, Michael Gove, o prazo para a manutenção das restrições vai depender da velocidade da vacinação

Publicado em 06 de Janeiro de 2021 às 10:08

Agência Estado

Publicado em 

06 jan 2021 às 10:08
Mulher com máscara para se proteger do coronavírus em casa; lockdown, isolamento, confinamento
Mulher com máscara para se proteger do coronavírus em casa Crédito: Freepik
O Reino Unido registrou nesta terça, 5, 60.916 novos casos de Covid-19 em 24 horas, um novo recorde diário. Foi o segundo dia consecutivo que o país reportou um novo máximo de infecções diárias e o sétimo em que ultrapassou as 50 mil notificações. Ainda nesta terça, o ministro de Gabinete, Michael Gove, disse que o lockdown que começou na segunda-feira pode durar até março e não fevereiro, como era previsto.
De acordo com Gove, o prazo para a manutenção das restrições vai depender da velocidade da vacinação. "Não podemos prever com certeza que conseguiremos suspender as restrições na semana que começa de 15 a 22 (de fevereiro). O que faremos é tudo que pudermos para garantir que o maior número possível de pessoas seja vacinado para que possamos começar a suspender progressivamente as restrições", disse Gove à emissora Sky News ontem.
"Acho que é certo dizer que, ao entrarmos em março, devemos ser capazes de retirar algumas dessas restrições, mas não necessariamente todas."
O Reino Unido começou a administrar vacinas e mais de 1 milhão de pessoas já receberam a primeira dose.
As restrições impostas na segunda-feira (4), são as mais severas desde março. O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse, ao anunciar as medidas, que as próximas semanas serão as "mais difíceis até agora".
O governo determinou o fechamento das escolas, uma medida criticada, pois algumas crianças já haviam retornado às aulas presenciais. Gove admitiu que a administração esperou até o último momento e só impôs as novas restrições quando não havia mais alternativa.
Além das escolas, bares, restaurantes e comércio não essencial devem fechar as portas. Os órgãos executivos semiautônomos na Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte impuseram medidas semelhantes.
Uma variante mais contagiosa do vírus identificada no país seria a responsável pelo alto número de novos casos. "O rápido aumento de casos é muito preocupante e significará ainda mais pressão sobre nossos serviços de saúde no auge do inverno (no norte)", disse Yvonne Doyle, diretora médica da Public Health England (PHE, na sigla em inglês, agência de saúde pública).
Só na Inglaterra, 27 mil pessoas estão internadas com Covid-19, 40% a mais do que durante o primeiro pico da epidemia no país em abril. 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Terreno de Maria
Mortes nas estradas: ES teve o abril mais violento dos últimos 10 anos
Leila Marchesi, Marcello Moraes, Dinho Ouro Preto, Bruno Araújo e Gabriel Moura
Vibra Rock Brasil entrega 12 horas de música a 15 mil rockeiros na Prala do Papa; veja fotos
Livro com Novo Testamento, Salmos e Provérbios distribuído pelos Gideões
Vereadores aprovam distribuição de Bíblias em cidade do ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados