Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Mundo
  • Órgão de saúde dos EUA recua e muda texto sobre cloroquina em caso de coronavírus
Covid-19

Órgão de saúde dos EUA recua e muda texto sobre cloroquina em caso de coronavírus

O presidente Donald Trump tem feito uma defesa otimista sobre o remédio, utilizado hoje no tratamento de doenças como malária, lúpus e artrite reumatoide

Publicado em 08 de Abril de 2020 às 11:52

Redação de A Gazeta

Publicado em 

08 abr 2020 às 11:52
Coronavírus - Covid19
Coronavírus - Covid19 Crédito: Vektor Kunst iXimus/Pixabay
Em meio às discussões sobre o uso da hidroxicloroquina e da cloroquina para tratar e prevenir a covid-19, o Centro de Prevenção e Controle de Doença dos EUA (CDC, na sigla em inglês) retirou de seu site as orientações para os médicos sobre como prescrever a substância nos casos de coronavírus.
O presidente Donald Trump tem feito uma defesa otimista sobre o remédio, utilizado hoje no tratamento de doenças como malária, lúpus e artrite reumatoide, e causou uma corrida desesperada às farmácias americanas nas últimas semanas.
A cloroquina -ou sua variante, hidroxicloroquina- apresentou resultados promissores em dois estudos muito preliminares contra o coronavírus, mas ainda não há provas de sua verdadeira eficácia.
A página do CDC intitulada "informações para clínicos sobre opções terapêuticas para pacientes com covid-19" dizia que, "embora dosagem e duração da hidroxicloroquina no tratamento para a covid-19 sejam desconhecidas, alguns clínicos dos EUA têm reportado" formas de prescrever o medicamento nesses casos.
Agora o site diz apenas que "a hidroxicloroquina e a cloroquina estão sob investigação em ensaios clínicos para profilaxia pré-exposição ou pós-exposição da infecção por SARS-CoV-2 e tratamento de pacientes com covid-19 leve, moderado e grave". E que "não há medicamentos ou outros terapêuticos aprovados pela FDA (agência reguladora de alimentos e medicamentos nos EUA) para prevenir ou tratar a covid-19".
A passagem inicial do site do CDC gerou debate na comunidade médica, já que não citava nenhum fato científico. Especialistas relataram à agência de notícias Reuters que os termos utilizados eram incomuns, já que "baseados em relatos."
De acordo com a Reuters, a primeira orientação foi elaborada pelo CDC depois que Trump pressionou pessoalmente autoridades de saúde para tentar tornar o medicamento mais amplamente disponível para o tratamento de coronavírus.
Questionado sobre os efeitos da substância e o fato de não haver ainda prova científica de que sua eficácia contra a Covid-19, Trump tem sido dúbio e, apesar de defender o remédio, termina suas declarações com "mas não sou médico."
No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro também defende o remédio como tratamento para a covid-19. Nesta terça-feira (7), o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, afirmou que recomenda o uso do medicamento a pacientes internados em estado grave, mas que não mudará o protocolo antes de evidências científicas robustas sobre a segurança e eficácia da droga nos casos de infecção por coronavírus.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Dois acidentes envolvendo ônibus escolares aconteceram no mesmo dia no Sul do ES
Dois acidentes envolvendo ônibus escolares são registrados no Sul do ES
A Polícia Militar e Civil esteve no bairro São Torquato, em Vila Velha, após um caso de agressão no Morro Boa Vista
Homens são espancados e abandonados no meio da rua em Vila Velha
Sessão do dia 9 de junho de 2026
Mudança na regra: prazo para uso de créditos de ICMS no ES é ampliado

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados