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OMS diz que "aposta mais segura" é renunciar às festas de fim de ano

Na semana passada, o Brasil chegou a mais de 6 milhões de casos de infecção por coronavírus e países da Europa vivem uma segunda onda

Publicado em 23/11/2020 às 16h46
Atualizado em 23/11/2020 às 16h46
Artigos natalinos
Artigos de natal são vendidos na loja Central de Aviamentos, em Vitória . Crédito: Vitor Jubini

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira (23), que a "aposta mais segura" para algumas famílias será não realizar reuniões familiares neste Natal e ano-novo para impedir a disseminação do coronavírus. Festas de Ano Novo, com aglomeração, também não são recomendadas.

Na semana passada, o Brasil chegou a mais de 6 milhões de casos de infecção por coronavírus e países da Europa vivem uma segunda onda. O anúncio foi feito no mesmo dia em que a OMS saudou os esforços da Universidade de Oxford e do laboratório AstraZeneca "para tornar a vacina acessível e fácil de armazenar".

Em uma reunião virtual em Genebra, a líder técnica da OMS, Maria Van Kerkhove, para a covid-19 disse que "em algumas situações, a difícil decisão de não ter uma reunião familiar é a aposta mais segura". Mais cedo, a cientista-chefe da organização Soumya Swaminathan afirmou que as notícias sobre os resultados da vacina para covid-19 da Universidade de Oxford e do laboratório britânico AstraZeneca são "encorajadoras e esperamos ver os dados, como fazemos com outros resultados promissores das últimas semanas".

A AstraZeneca informou nesta segunda-feira que sua vacina para Covid-19 pode ser cerca de 90% eficaz, dando à luta mundial contra a pandemia global uma nova arma, mais barata de produzir, mais fácil de distribuir e mais rápida de expandir do que suas rivais.

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