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Estágio de pandemia

OMS defende que países coloquem restrições agressivas contra coronavírus

Durante coletiva de imprensa, a OMS informou que a nação que pensar 'isso não acontecerá aqui' estará cometendo erro mortal. 'Temos que estar à frente do vírus, apesar dos impactos econômicos', ponderou a organização

Publicado em 13 de Março de 2020 às 15:25

Redação de A Gazeta

Publicado em 

13 mar 2020 às 15:25
Coronavírus foi classificado pela OMS como pandemia Crédito: Divulgação
A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que quanto mais países com casos de coronavírus colocarem em prática restrições de maneira mais agressiva, mais cedo "vamos no livrar" do coronavírus.
Durante coletiva de imprensa, a OMS informou que a nação que pensar "isso não acontecerá aqui" estará cometendo erro mortal. "Temos que estar à frente do vírus, apesar dos impactos econômicos", ponderou a organização.
Os representantes da OMS se esforçaram em deixar clara a necessidade de distanciamento social em diversas partes do mundo, apoiando restrições de viagens, cancelamento de eventos e isolamento de doentes. "Distanciamento social é necessário para evitar mortes por coronavírus. Se as restrições de viagens tivessem sido adotadas mais cedo, teríamos evitado a pandemia", afirmou a organização.
Ainda de acordo com os representantes da OMS, as experiências da China, Coreia do Sul e Cingapura demonstram eficácia do isolamento de doentes, e todos os países têm lições para compartilhar sobre combate ao coronavírus. "Uma pessoa severamente doente deve fazer teste para coronavírus e ficar isolada", afirmou.
A organização também pediu a ajuda de líderes religiosos e políticos para conter a transmissão do vírus, colaborando com médicos e autoridades sanitárias. Questionados sobre as reações de pânico em relação à pandemia, a OMS afirmou que "o grande erro é ficar paralisado pelo medo e não agir a tempo para conter o coronavírus".

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