Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • HZ
  • Viver Bem
  • Quando os pais precisam de cuidados, os filhos precisam dividir as responsabilidades
Cotidiano

Quando os pais precisam de cuidados, os filhos precisam dividir as responsabilidades

O primeiro passo é reunir todos os irmãos e conversar. Se os pais estiverem lúcidos, em condição de opinar, também devem ser envolvidos na tomada de decisão

Publicado em 25 de Junho de 2022 às 02:00

Publicado em 

25 jun 2022 às 02:00
Luciana Almeida

Colunista

Luciana Almeida

idosos
É preciso desenvolver a competência emocional. Crédito: Freepik
Nossos pais estão envelhecendo e para essa nova fase, chega uma nova demanda aos filhos: irmãos precisam dividir a responsabilidade.
Mas, como? Vem comigo.
Comece pelo diálogo. O primeiro passo é reunir todos os irmãos e conversar. Se os pais estiverem lúcidos, em condição de opinar, também devem ser envolvidos na tomada de decisão.
Comunique sempre. É comum filhos que estão próximos aos pais resolverem pendências do dia a dia, como levar para fazer exames, e não contarem aos irmãos. Mas, quando a situação se agrava, as dificuldades aumentam e os irmãos são pegos de surpresa. Isso pode causar mágoa e ressentimento, como também falta de interesse em ajudar.
Divida tarefas, multiplique cuidados. Alguns filhos podem ser superprotetores, cuidadores em excesso ou centralizadores. Eles assumem tarefas, não dão abertura para os outros e, depois, ficam ressentidos porque ninguém ajuda. A conversa desde o início é importante para que ninguém se sobrecarregue.
Ponha as finanças à mesa. Nem sempre os pais têm condições financeiras de bancar tratamentos, home care, cuidadores 24 horas ou instituições de longa permanência. Minha dica é que os filhos levem em conta a renda de cada um na hora de dividir os gastos. De repente, quem mora mais longe pode compensar a distância contribuindo mais na parte financeira.
Peça ajuda. Nem sempre a conversa será fácil e tranquila. Podem surgir dificuldades e conflitos. No Brasil, a cultura é de que roupa suja se lava em casa, e as pessoas acham que não podem pedir ajuda a terceiros. Não permita que o conflito aumente os ressentimentos e o rancor.
Desenvolva sua competência emocional. Quem nunca achou que um irmão era mais favorecido ou protegido pelos pais? Na infância, isso é comum. Em geral, quando a pessoa amadurece ou tem filhos, entende melhor como tudo funciona. Mas nem sempre.
Há casos em que o indivíduo ressentido se afasta da família, o que dificulta muito na hora de cuidar dos pais. Para evitar isso, o segredo é não guardar rancor e externar os sentimentos, em vez de carregá-los por anos.
Família é lugar de acolhimento e união.
Muitas vezes não é fácil mas devemos tentar sempre.
Até a próxima!

Luciana Almeida

É jornalista e tem um olhar atento sobre comportamento, arte, relacionamentos e lifestyle. Compartilha as suas ideias sempre com a intenção de criar ambientes favoráveis ao desenvolvimento das pessoas

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
A rede clandestina que contrabandeia tecnologia da Starlink para combater apagão de internet no Irã
Imagem BBC Brasil
'Projeto Liberdade': o que sabemos sobre o plano de Trump no estreito de Ormuz
Imagem de destaque
Pix, minerais críticos e tarifas: o que o governo Lula quer discutir com Trump na economia

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados