“Oi, lembra de mim?”
Em tempos de excesso de informação, agendas cheias e interações constantes, a memória anda sobrecarregada, e isso não é pessoal é humano.
Até a próxima!
Poucas frases são tão constrangedoras quanto essa.
À primeira vista, parece inofensiva. Mas, na prática, ela coloca o outro em uma situação delicada. Se ele não lembrar, sente-se culpado. Se lembrar vagamente, fica desconfortável.
Elegância é facilitar.
O caminho mais sofisticado é oferecer contexto.
“Oi, sou a Mariana, nos conhecemos no aniversário da Carla.”
“Sou o José, amigo da Paula, conversamos no evento da semana passada.”
“Nos falamos rapidamente na reunião de quinta.”
Simples, claro e gentil.
Reapresentar-se não diminui sua relevância, ao contrário, demonstra segurança e inteligência emocional.
Você mostra consideração pelo outro e conduz a conversa com leveza.