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Acusação

Quem é Victor Bonato, influencer evangélico preso acusado de abusar de fiéis

Ele ganhou 150 mil seguidores com vídeos sobre valores familiares e religiosos aos jovens. Movimento Galpão tem público de classe alta em Alphaville. Victor fez vídeo se desculpando, mas advogada diz que ele ‘nega acusações’
Agência Estado

Publicado em 09 de Outubro de 2023 às 08:56

Victor Bonato, influencer evangélico do Movimento Galpão
Victor Bonato, influencer evangélico do Movimento Galpão Crédito: Reprodução/Vídeo de YouTube do canal oficial de Victor Bonato
O influencer evangélico Victor Bonato foi preso por acusação de abusar sexualmente de três fiéis do Movimento Galpão, grupo religioso que realizava encontros em Alphaville, distrito de condomínios de classe alta em Barueri (SP).
Victor Bonato tem 150 mil seguidores no Instagram, onde ele postava com frequência vídeos sobre valores religiosos e familiares. Os vídeos têm linguagem e visual jovens. Victor, de 27 anos, aparece sempre de camiseta em trechos de cultos e respostas às dúvidas dos fiéis.
A prisão foi decretada na 2ª Vara Criminal de Barueri, no âmbito do processo em que ele acusado de estupro de três mulheres do Movimento Galpão. Ele foi preso no dia 20 de novembro, mas a informação só se tornou pública no dia 7 de outubro, no portal Metrópoles.
Antes de ser preso, no dia 19 de setembro, ele postou no Instagram um vídeo em que diz estar "se confessando e pedindo perdão como homem, às meninas com quem eu falhei, que defraudei e magoei".
"Cometi alguns pecados. Caí em imoralidade e iniquidade, fui contrário a tudo que eu prego e desagradei o coração de Deus. Falei com Deus, com a minha família e aqueles que confiam em mim e estou profundamente envergonhado e arrependido", ele afirma.
No entanto, ao portal UOL, sua advogada diz que ele "nega veementemente as alegações contra ele" no processo. O Estadão também tentou contato com a defesa, mas não teve retorno. O espaço segue aberto.
O perfil do Movimento Galpão divulgou uma nota, também um dia antes da prisão, repudiando "acontecimentos que ferem diretamente o que o Galpão acredita" e dizendo que Victor, fundador do grupo, não faz mais parte da entidade.
O comunicado também informa que o local em Alphaville onde eram realizados os cultos será fechado "em razão da apuração dos fatos divulgados".

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