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Publicado em 27 de fevereiro de 2026 às 10:27
Se tem lançamento capixaba chegando nas plataformas, ele passa pelo "Tocou, Pocou". Há três anos no ar, o quadro se consolidou como vitrine oficial da nova safra musical do Espírito Santo, valorizando a diversidade e a identidade sonora do Estado. Mais do que destacar hits, o espaço celebra a pluralidade: do trap ao congo, do funk ao MPB, do rock ao piseiro. >
Confira os destaques do "Tocou, Pocou" deste mês:>
Após dois álbuns e um EP marcados pela fusão entre o sagrado e o cotidiano, Luíza Boê lançou “Sonhos”, disco já disponível nas plataformas digitais. Gravado entre São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória e Aracruz (ES), o álbum reúne 13 faixas conduzidas por oito produtores e atravessa camadas de MPB, música contemporânea, cultura popular e experimentação, propondo a escuta como ritual. >
Entre os destaques estão “TSUNAMI”, “SAUDADE NÃO ENVELHECE”, com Marcelo Jeneci, “MEU MAR”, com Jaques Morelenbaum, “LIMBO”, com Joaquim, e “SONHAR FLORESTA / KA’AGWY PORÔ, com o Coral Indígena Guarani Tape Retxakã. Com mixagem de João Milliet e masterização de Carlos Freitas, o trabalho consolida uma fase de expansão artística da cantora, que descreve o disco como uma travessia entre o visível e o invisível, celebrando o sonho como força vital e criativa.>
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O artista capixaba Joãoeascoisasnaoessenciais lança no dia 1º de março o álbum “Lost Media – Vitruviano????”, um projeto com 29 faixas distribuídas em apenas 14 minutos e 30 segundos, com músicas de cerca de 30 segundos cada — tempo mínimo para contabilização nos serviços de streaming. >
Mais do que estratégia, o formato funciona como crítica ao consumo acelerado e à lógica dos algoritmos, propondo um “anti-álbum” que espelha a fragmentação das redes sociais. O trabalho revisita faixas que ficaram de fora do disco anterior, “Imerso”, incorpora estética lo-fi e dialoga com a literatura na música “Novidade na Cabeça”, inspirada em poema de Cristiane Sobral.>
Com quase uma década de atuação na cena independente capixaba, o artista utiliza o lançamento como reflexão sobre arte, métricas e hiperexposição digital.>
A banda capixaba Mar Wave, de Vila Velha, lançou a música “Brindo a Vida”, faixa que dá nome ao primeiro EP do grupo, com cinco canções produzidas por Fredinho Nery (Macucos) no Studio VVS. Com vocal de Rodrigo Nascimento Monteiro, o trabalho apresentou uma sonoridade que mistura Reggae Pop com influências de rap, rock e hip-hop, em uma batida pulsante e dançante. >
A canção retrata a fase positiva de um jovem que vive estabilidade profissional, harmonia com família e amigos e celebra a expectativa de encontrar um grande amor para compartilhar os pequenos prazeres da vida, como caminhar de mãos dadas à beira-mar. >
Formada no verão de 2024, a Mar Wave reúne músicos experientes da cena capixaba, com passagens por bandas como Ganjah e Salvação Sabah Reggae, e construiu um repertório autoral que dialoga com referências do reggae nacional e internacional, consolidando uma proposta marcada por romantismo, energia e mensagens de reflexão.>
O cantor e compositor Xavier Lucas lançou o single “Espelho” na última quinta-feira (26), durante o Projeto Ensaios, na Thelema, no Centro de Vitória. Apresentado como um double single, o trabalho chegou às plataformas digitais com uma faixa original e um remix no mesmo dia do show. >
Gravada em estúdio com Jaysant, a música nasceu em um período de baixa autoestima do artista e aborda a sensação de ter “uma imagem distorcida na frente do espelho”, combinando sonoridade dançante com uma letra de tom introspectivo. Além do novo single, ele também é autor do EP “Gaveta”, lançado no fim de 2024, e atua como vocalista do tradicional bloco AfroKizomba, trazendo na bagagem influências que vêm do samba e da diversidade musical vivida em família.>
O artista de Ibiraçu Washingtton Salvador lançou a música “Não é o Suficiente”, uma canção que retrata um amor intenso interrompido não pela falta de sentimento, mas pelas circunstâncias da vida. A faixa apresenta um tom de dor e saudade ao narrar a história de duas pessoas que viveram um romance simples e verdadeiro e que, mesmo separadas, mantêm uma conexão que o tempo não apagou, percebendo que apenas a lembrança e o céu azul que ainda compartilham já não bastam. >
Ator, cantor e compositor, Washingtton construiu uma trajetória artística marcada pela versatilidade: começou na música ainda na infância, formou banda de pop rock aos 18 anos, iniciou a carreira solo em 2019 e também se destacou no audiovisual, com o curta “Puruca Shodown O Samural”, além de projetos independentes como a KWF Productions. >
Profissionalizado como ator em 2024, ele segue conciliando música e atuação, apostando em trabalhos autorais e na consolidação de seu nome no cenário artístico.>
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