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Pintando a casa

Saiba quais os tipos de tinta indicados para cada ambiente

Para quem está pensando em renovar um espaço da casa sem gastar muito, uma boa mão de tinta pode ser a solução. Mas você sabe qual o tipo de tinta ideal para cada ambiente?

Publicado em 06 de Janeiro de 2023 às 16:53

Vinícius Viana

Publicado em 

06 jan 2023 às 16:53
Foto por Camila Santos / Projeto de Fernanda Calazans
Nas paredes e no teto, foi aplicada a tinta acrílica fosca, enquanto nas portas e rodapés foi empregada a tinta esmalte sintético à base de água Crédito: Foto por Camila Santos / Projeto de Fernanda Calazans
Uma boa mão de tinta faz milagre ou, pelo menos, pode ajudar a dar uma cara nova à casa. Afinal, as cores são a base dos ambientes e podem contribuir para a sensação de conforto e aconchego. Entretanto, na hora da reforma, além de ficar de olho na cor e na textura, é preciso avaliar as propriedades e recomendações de cada tipo para dar o melhor acabamento à parede.
“Por exemplo, se a área é interna, mas não tem muita umidade, pode-se optar pelo tipo PVA ou acrílica, que é mais resistente. Já em espaços externos e descobertos, recomenda-se utilizar tintas emborrachadas e com proteção solar”, indica a arquiteta e designer de interiores, Fernanda Calazans.
Segundo a especialista, o segredo é sempre escolher materiais de qualidade que possuam melhor cobertura e durabilidade. Isso porque a tinta escolhida confere todo diferencial ao espaço, já que ela “abraça o mobiliário, adornos, tapetes, cortinas, quadros e é a base do ambiente”.
Foto por Camila Santos / Projeto de Fernanda Calazans
Nas paredes e no teto, foi aplicada a tinta acrílica fosca, enquanto na portas o destaque é a tinta esmalte sintético à base de água Crédito: Julia Ribeiro/ Projeto de Fernanda Calazans
Por sinal, outra dica importante é também considerar se o local de aplicação da tinta já conta com alguma base. Nesses casos, a recomendação é sempre utilizar o mesmo tipo para evitar conflitos de composição química ou remover, por completo, a tintura anterior antes de aplicar a nova.
A arquiteta e urbanista Larissa Souza de Oliveira explica que algumas tintas à base de solvente podem conter chumbo,  elemento prejudicial à saúde humana. “Essa toxina pode variar de acordo com o tempo de exposição ao ativo, predispondo as pessoas à alergias, por exemplo”, aponta.
Ou seja, ficar atento às propriedades e recomendações de cada tipo é indispensável na hora de repaginar qualquer cômodo da casa. Foi pensando nisso que as especialistas separaram algumas dicas para quem quer colocar a mão na massa, ou melhor, na tinta e colorir um ambiente. Confira:

01

Para ambientes internos

Larissa Souza divide os ambientes internos em: áreas molhadas, como cozinhas e banheiros, e as demais, como salas e quartos. Nos primeiros espaços, a umidade é maior e, por isso, a arquiteta recomenda tintas resistentes e de fácil higienização, como a acrílica e a epóxi. Já nos outros cômodos, ela indica os tipos PVA, látex e acrílica. Vale destacar que para tetos de banheiro, existem opções antimofo que garantem a durabilidade do material por conta dos vapores dos chuveiros.

02

Para ambientes externos

Nesses espaços, é sempre importante verificar a incidência dos raios solares, exposição à ação da chuva e presença de umidade. “Sendo assim, a tinta nesses locais deve ser resistente à ação do tempo e às intempéries. Então, a acrílica é amplamente aplicada nesse tipo de caso”, pontua Larissa Souza.

03

Para portas e madeiras

De acordo com a arquiteta e designer de interiores Fernanda Calazans, a tinta esmalte é mais utilizada em madeiras e ferros, assim como, quando à base de água ou solventes, é recomendada para portas.

E quanto à cor?

É claro que, quando o assunto é tinta, a tonalidade é sempre muito importante. Entretanto, apesar de existir uma recomendação do tipo ideal para cada ambiente, essa indicação não se repete para as cores escolhidas para os espaços.
Projeto de Larissa Souza de Oliveira
Para este projeto de sala, a arquiteta Larissa Souza de Oliveira optou por uma parede mais fosca Crédito: Projeto de Larissa Souza de Oliveira
Para Fernanda Calazans o que precisa ser avaliado é o perfil do morador, mobiliários existentes, quais sensações que o ambiente traz, a quantidade de luz natural que recebe, entre outros pontos.
“Temos sim cores menos recomendadas. Por exemplo, para quartos, evitamos cores intensas e mais quentes, como amarelos e vermelhos vibrantes, porque essas cores ativam energia e podem influenciar a qualidade do sono. Então, quase sempre recorremos a cores mais lavadas e frias e tons terrosos, que são ótimas opções para criar um espaço tranquilo”, finaliza a arquiteta e designer de interiores.

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