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Com ajuda dos pais

Jovem cego recria álbum da Copa em braile: “me senti como todo mundo”

Com apenas 11 anos, Pedro Maron tinha o sonho de completar o álbum da Copa, que não tem versão inclusiva

Publicado em 02 de Setembro de 2022 às 11:53

Redação de A Gazeta

Publicado em 

02 set 2022 às 11:53
Pedro Maron recriou álbum da Copa em braile
Pedro Maron recriou álbum da Copa em braile Crédito: Reprodução / Instagram @peumaron
O jovem Pedro Maron, de apenas 11 anos, é deficiente visual de nascença e completamente apaixonado por futebol. O pequeno passou a ter interesse pelo álbum de figurinhas da Copa do Mundo em 2018, quando notou que era o assunto mais comentado entre os colegas.
Apesar de ser um sucesso mundial, o tradicional álbum não é inclusivo e pessoas como Pedro não podem participar da brincadeira. Para não ficar de fora da febre da Copa e com a expectativa de completar o álbum, o garoto, com o auxílio dos pais, adaptou um álbum em braile.
A mãe de Pedro, Tatiana, buscou na internet formas de adaptar o álbum, e o pai, Marcos, contou em entrevista ao UOL Esporte como é parte do processo. “A gente cola etiquetas nos espaços para as figurinhas, mas ele precisa da nossa ajuda para abrir os pacotes, saber quem são os jogadores e colar. Não dá para colocar braile em tudo”, contou o pai.
Pedro contou sobre sua felicidade ao saber que poderia completar o álbum. “Eu me senti como todo mundo, sabe? Me senti muito feliz trocando figurinha (...) Ganhei o Neymar, um amigo meu que me deu. Eu já tinha Mbappé, Cristiano Ronaldo e o Messi”, contou o jovem.
O pai de Pedro reforçou que é importante ter um álbum que seja acessível para todos. Além disso, comentou que a adaptação em braile demanda tempo e dinheiro, o que não está ao alcance de todos. “O álbum circula o mundo todo. Na figurinha não cabe, mas é possível fazer um livro anexo que tenha todas as informações que contém no cromo. O álbum é feito em um padrão, então se fizer um anexo de braile para o Brasil, é só traduzir para os outros idiomas”, complementou o pai.
A Panini, empresa que faz produção e distribuição dos álbuns, soube do caso, mas preferiu não se manifestar sobre o assunto.

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