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Abertura da temporada

Mundial de Surfe começa com mudanças, volta de Medina e etapa inédita

A WSL abre a temporada do Circuito Mundial de 2026 nesta semana
Agência FolhaPress

Publicado em 

31 mar 2026 às 17:10

Publicado em 31 de Março de 2026 às 17:10

Olimpíadas
Gabriel Medina superou o compatriota João Chumbinho e avançou à semifinal no surfe olímpico Crédito: William Lucas/COB
A WSL abre a temporada do Circuito Mundial de 2026 nesta semana com um cenário diferente, dentro e fora d'água. Novo calendário, formato mais direto, mudanças estruturais e o retorno de nomes de peso colocam o tour em um dos momentos mais interessantes dos últimos anos. A primeira etapa acontece em Bells Beach e já pode começar nesta terça-feira, com janela aberta até 11 de abril. A temporada volta a decidir o título mundial no ranking geral, os famosos pontos corridos, com final em Pipeline, no Havaí.
O Brasil vai ter dez representantes no CT, sendo nove no masculino e um no feminino. Entre os homens, o país conta com um quarteto de peso formado por quatro campeões mundiais: Yago Dora, atual campeão, Filipe Toledo, Italo Ferreira e Gabriel Medina, que retorna ao circuito após mais de um ano afastado. Completam a delegação Miguel Pupo, João Chianca, Alejo Muniz, Samuel Pupo e Mateus Herdy, único estreante brasileiro na temporada. No feminino, a brasileira será Luana Silva.
Yago Dora é campeão mundial de surfe pela primeira vez.
Yago Dora é campeão mundial de surfe pela primeira vez. Crédito: @WSL via Instagram

Medina em clima de recomeço

O retorno de Gabriel Medina é um dos grandes pontos da temporada. Fora do circuito por mais de um ano, o tricampeão mundial volta como wildcard em um momento que ele mesmo define como um "novo começo". A volta vem com mudança importante fora d'água: Medina terá como treinador o também campeão mundial Adriano de Souza. A parceria marca uma nova fase na carreira do brasileiro, que busca o quarto título mundial.

Etapa inédita

Uma das principais novidades do calendário é a saída de Jeffreys Bay, substituída pela etapa da Nova Zelândia. O novo evento acontece em Raglan, com as disputas concentradas em Manu Bay, uma das esquerdas mais longas e consistentes do mundo. A mudança atende a um pedido antigo dos atletas por mais ondas de performance para a esquerda no tour e altera de forma relevante o equilíbrio técnico da temporada.
Filipe Toledo. Etapa do WSL (World Surf League) na Praia D'Ulé em Guarapari
Filipe Toledo. Etapa do WSL (World Surf League) na Praia D'Ulé em Guarapari Crédito: Vitor Jubini

Menos margem para erro

Dentro d'água, a WSL adotou um formato mais direto, aumentando a pressão desde a primeira bateria. As tradicionais baterias com três atletas deixaram de existir. A partir de 2026, todos os confrontos são diretos, no formato "mata-mata". No masculino, o evento começa com uma fase eliminatória envolvendo os surfistas de ranking mais baixo e convidados. 
Eles disputam baterias logo de cara, e apenas os vencedores avançam para enfrentar os principais cabeças de chave na fase seguinte. Ou seja: parte do tour já entra sob risco de eliminação imediata, sem aquela segunda chance, a repescagem, que existia nos anos anteriores. No feminino, com o aumento do número de atletas, as oito mais bem colocadas do ranking avançam direto para a segunda fase, enquanto as demais disputam a primeira rodada.

Corte diferente

O tradicional "corte" de meio de temporada foi reformulado. Ninguém é eliminado do circuito, mas apenas os mais bem colocados avançam para as duas últimas etapas antes da decisão —em Abu Dhabi e Portugal. Para isso, serão considerados os sete melhores resultados de cada atleta nas nove primeiras etapas do ano.
Já a disputa pelo título mundial volta a ser definida no ranking geral, nos pontos corridos. E com um detalhe importante: todos os atletas retornam para a etapa final em Pipeline, que terá peso maior. A vitória no evento vale 15 mil pontos, contra 10 mil das demais etapas, mantendo a briga pelo título aberta até o fim.
Surfe
Campeão olímpico, Ítalo Ferreira foi eliminado precocemente na etapa mexicana do Mundial Crédito: Tony Heff/WSL

Calendário do CT 2026

  • Bells Beach (Austrália) -- 1º a 11 de abril
  • Margaret River (Austrália) -- 16 a 26 de abril
  • Gold Coast (Austrália) -- 1º a 11 de maio
  • Raglan (Nova Zelândia) -- 15 a 25 de maio
  • El Salvador -- 5 a 15 de junho
  • Saquarema (Brasil) -- 19 a 27 de junho
  • Teahupo'o (Taiti) -- 8 a 18 de agosto
  • Fiji -- 25 de agosto a 4 de setembro
  • Lower Trestles (EUA) -- 11 a 20 de setembro
  • Abu Dhabi -- 14 a 18 de outubro
  • Peniche (Portugal) -- 22 de outubro a 1º de novembro
  • Pipeline (Havaí) -- 8 a 20 de dezembro

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