A Gazeta portal de notícias do Espirito Santo

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Veja vídeo

Protesto contra volta de vereador termina em tumulto e uso de spray de pimenta na Serra

STJ liberou o retorno ao cargo de Cleber Serrinha, réu em um processo por suspeita de corrupção passiva

Publicado em 28 de Outubro de 2026 às 20:04

Tiago Alencar

Publicado em 

28 out 2026 às 20:04

Moradores foram à Câmara da Serra, nesta quarta-feira (28), protestar contra o retorno do vereador Cleber Serrinha (MDB) ao cargo. Com faixas e cartazes, o grupo criticou a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que determinou a volta do parlamentar ao exercício do mandato após 13 meses de afastamento. 


A manifestação, porém, terminou em tumulto. Houve o disparo de spray de pimenta na galeria onde estavam os manifestantes. Conforme relatos de vereadores, o forte cheiro do produto levou à interrupção da sessão na Câmara. 


O presidente da Câmara, William Miranda (União), informa que o tumulto se restringiu às galerias e que a Casa ainda busca identificar os responsáveis pelo uso de spray de pimenta. Segundo ele, a sessão foi paralisada por cerca de dez minutos, sem prejuízo aos trabalhos.


A reportagem tenta contato com Cleber Serrinha. O espaço segue aberto para manifestação do vereador.

Moradores realizam protesto contra a volta do vereador Cleber Serrinha à Câmara da Serra
Moradores realizaram protesto contra a volta do vereador Cleber Serrinha à Câmara da Serra Leitor AG

Apesar dos protestos, Cleber Serrinha ainda não foi oficialmente reintegrado ao cargo, do qual foi afastado em 23 de setembro do ano passado. Ele e os vereadores Saulinho da Academia (PDT), Wellington Alemão (Rede) e Teilton Valim (PDT) são réus em um processo por suspeita de corrupção passiva. A decisão que autoriza a retomada do mandato, porém, beneficia apenas o emedebista.


Na decisão favorável a Serrinha, a ministra Maria Marluce Caldas, relatora do caso no STJ, acolheu um recurso da defesa e considerou que o afastamento, superior a 13 meses, deixou de ser proporcional após o encerramento da fase de depoimentos e interrogatórios.


A decisão também aponta a ausência de elementos concretos que demonstrem risco atual com a volta do vereador à Câmara. A retomada do mandato, no entanto, não representa reconhecimento de inocência, e a ação penal continua em andamento, segundo a magistrada.

Leia Mais Sobre o Caso 

Trump diz que não quer se envolver após carta golpista de Flávio

Governo do ES pode enviar novo projeto de Orçamento à Assembleia

Protesto contra volta de vereador termina em tumulto e uso de spray de pimenta na Serra

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Flávio Bolsonaro faz coletiva de imprensa após resultado negativo das eleições
Fuga da realidade: Cordelão do Papelão de Flávio Bolsonaro
Às vésperas de Finados, visitantes reclamam das condições dos cemitérios de Linhares
Túmulos abertos e buracos preocupam visitantes de cemitérios em Linhares
Imagem de destaque
Anatel vai exigir prova de vida para validar linhas de celular

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.