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Sem aglomeração

Mais de 4 mil servidores do ES trabalham de casa ou em revezamento

Estado prorrogou medidas para reduzir número de servidores em repartições e tem incentivado que funcionários antecipem suas férias. Servidor que coabitar com pessoas gripadas também terá que se afastar

Publicado em 16 de Abril de 2020 às 18:35

Redação de A Gazeta

Publicado em 

16 abr 2020 às 18:35
Palácio Anchieta, sede do governo do Estado
Palácio Anchieta, sede do governo do Estado: revezamento obriga a ter ao menos um servidor por setor Crédito: Marcelo Prest | Arquivo | A Gazeta
Dos mais de 30 mil servidores do Executivo do Espírito Santo que não atuam em serviços essenciais, 4.353 estão em regime de revezamento entre trabalho presencial e atuação remota de suas casas. Além dos que estão alternando a ida aos prédios públicos, outros 562 atuam integralmente em home office. O levantamento, realizado pela Secretaria de Gestão e Recursos Humanos (Seger), não abrange servidores da Saúde, da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, já que são considerados integrantes de serviços essenciais. 
Dos que trabalham remotamente, 18 estão atuando desta forma por terem retornado de viagens internacionais ou de navios de cruzeiro. Nesta quinta-feira (16), o governo estadual prorrogou uma série de medidas que têm como objetivo diminuir o número de trabalhadores nas repartições. O decreto também determina que servidores que tenham completado duas férias vencidas ou acumuladas tirem o recesso imediatamente.
Até esta quinta, 359 estavam de férias por determinação dos gestores. Também foi prorrogado o incentivo a quem já tem os 12 meses trabalhados e tem interesse em antecipar as férias. Segundo a Seger, 210 estão de recesso por iniciativa própria. Outros 528 estão em férias previamente já escaladas.
Há ainda 206 servidores que apresentaram sintomas de síndrome gripal e foram afastados. A partir de agora, funcionários que coabitarem com pessoas que tenham os sintomas, ainda que não tenha sido comprovado em exames a presença do coronavírus, também terão que ficar sete dias (prorrogáveis por mais sete) afastado do trabalho.
No decreto desta quinta também passou a ser obrigatório o uso de máscaras para servidores que tiverem contato com pessoas com sintomas de gripe ou que tenham sido infectadas pelo coronavírus. 

ENTENDA AS MEDIDAS

Revezamento de jornada

Servidores com dois ou mais períodos aquisitivos vencidos ou acumulados deverão entrar de férias. Aqueles que já tiverem um recesso vencido estão sendo estimulados a se manifestar para fazer a parada de descanso.
Servidores públicos em grupo de risco ou cujas atividades sejam compatíveis com o trabalho remoto permanecerão atuando de suas casas.
Aqueles que moram em casas em que outras pessoas estejam com suspeita de coronavírus ou tenham testado positivo para a Covid-19 deverão ficar afastados por sete dias.
Foi prorrogado o sistema de revezamento de jornada presencial nas repartições públicas para que cada órgão tenha, ao menos, um setor atuando de maneira física no local de trabalho.

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