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Serra

Serra: preso golpista que simulava venda de imóveis que não eram dele

Devanildo foi indiciado pelo crime de estelionato tentado e encaminhado ao Centro de Triagem de Viana (CTV)

Publicado em 05 de Abril de 2019 às 22:30

Publicado em 

05 abr 2019 às 22:30
Suspeito de estelionato é preso na quinta-feira (04) Crédito: Divulgação
Um homem de 43 anos, suspeito de estelionato por aplicar diversos golpes envolvendo venda de imóveis sobre os quais não têm propriedade, foi preso em flagrante às 15h desta quinta-feira (04). Devanildo dos Santos estava em uma lan house na rua Guaraciaba, principal via de Jacaraípe, no município da Serra, enquanto imprimia um documento que usaria para falsa venda de imóvel. 
O suspeito foi indiciado pelo crime de estelionato tentado e encaminhado ao Centro de Triagem de Viana (CTV) e estima-se que a arrecadação com a prática reiterada dos crimes tenha levantado o equivalente a R$ 200 mil.
De acordo com o delegado Rodrigo Rosa, do Distrito Policial (DP) de Jacaraípe, o suspeito estava tentando vender um lote para um homem da mesma idade que ele, que já havia sido vítima do estelionatário anteriormente. Na ocasião anterior, o comprador teria dado um carro no valor de R$ 15 mil, mais R$ 1 mil em espécie, em troca do imóvel prometido. Ocorreu que no momento em que a vítima iniciou as obras no terreno, o verdadeiro dono apareceu. 
Novamente procurada pelo suposto vendedor de lotes, a vítima contou que recebeu a oferta de mais um terreno, em relação ao qual deveria pagar R$ 1.500. Suspeitando de novo golpe, o homem procurou a delegacia, marcou um horário com o suspeito e foi autuado. Com o suspeito foram apreendidos outros quatro contratos, restando a suspeita de que mais pessoas seriam lesadas em sequência. A autoridade contou ainda que há oito ocorrências do estelionatário em Jacaraípe, todas pelo mesmo crime. 
De acordo com o que apontam as investigações, o suspeito cometia a infração desde 2014 e se utilizava de anúncios na internet e em aplicativos de venda. O que chamava à atenção, em particular, era a habilidade de convencimento do investigado, que se apresentava de forma bastante ardilosa. Além disso, era marca registrada do suspeito o uso de bonés, o que, segundo o delegado, deveria servir de disfarce ante as câmeras espalhadas pela cidade.
 

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