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Investigação

Rixa antiga entre mulheres motivou assassinato de agricultor em Fundão

Suspeito foi preso após ficar três dias escondido em uma mata; Jorge de Jesus Pereira, conhecido como Jorge Baiano, foi assassinado em bar de Piranema

Publicado em 13 de Setembro de 2024 às 12:04

Júlia Afonso

Publicado em 

13 set 2024 às 12:04
assassinato de Jorge de Jesus Pereira, conhecido como Jorge Baiano, em Fundão, foi solucionado pela polícia. O suspeito do crime foi preso na última quinta-feira (12). Apesar de a vítima ser filiada a partido e ter renunciado a candidatura a vereador este ano, o crime não teve a ver com política: na verdade, as investigações mostraram que uma rixa antiga entre as esposas dos dois foi a motivação. 
Jorge foi assassinado enquanto estava em um bar no bairro Piranema, no último domingo (8). Testemunhas contaram que o atirador chegou e disparou sem falar nada; em seguida, fugiu. Segundo a Polícia Civil, o suspeito, que não teve o nome divulgado, tem 59 anos e já tinha tido desentendimentos com a vítima no passado. 
"Há quatro anos, a esposa da vítima teria agredido a esposa do autor, e a animosidade entre as famílias continuou desde então. Essa rixa entre as esposas vinha se alimentando até que o autor surpreendeu a vítima com dois disparos de arma na região do peito, utilizando uma arma calibre 22”, explicou o delegado Leandro Sperandio, titular da Delegacia de Polícia (DP) de Fundão.
Jorge de Jesus Pereira, conhecido como Jorge Baiano, assassinado em Fundão
Jorge de Jesus Pereira, conhecido como Jorge Baiano, assassinado em Fundão Crédito: Divulgação TSE

Escondido em mata

Após o crime, o suspeito ficou escondido em uma mata por três dias e depois retornou para a casa do filho, na cidade. Foi lá que ele acabou preso. Segundo a Polícia Civil, o homem não reagiu à prisão e demonstrou arrependimento, colaborando com as investigações. Ele foi encaminhado ao presídio.

Sem motivação política

Jorge Baiano era filiado ao Podemos e inicialmente seria candidato a vereador pelo partido. Entretanto, por motivos pessoais, ele havia renunciado a candidatura. Isso fez levantar a hipótese de que o crime poderia ter alguma motivação política. 
“Apesar disso, em minuciosa investigação, inclusive com a confissão do réu, ficou demonstrado que a motivação do crime não tem relação com política”, reforçou o delegado Leandro Sperandio.

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