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Caso da casa alugada em app

Preso mais um suspeito de envolvimento em morte no golpe do sexo no ES

Jovem de 21 anos foi preso em um ônibus de viagem quando tentava retornar de Belo Horizonte para Vitória, no último sábado (24)

Publicado em 26 de Fevereiro de 2024 às 11:38

Vinicius Zagoto

Publicado em 

26 fev 2024 às 11:38
Gilberto foi encontrado morto em casa alugada via aplicativo
Gilberto foi encontrado morto em casa alugada via aplicativo Crédito: Acervo Pessoal | Ronaldo Rodrigues
Polícia Civil prendeu, no último sábado (24), o terceiro suspeito de envolvimento no latrocínio de Gilberto Ferraz de Sena Júnior, de 59 anos, morto dentro de uma casa alugada via aplicativo em Jockey de Itaparica, Vila Velha, na semana passada. O preso tem 21 anos e contra ele havia um mandado de prisão temporária.
A detenção ocorreu após a polícia receber informações de que o indivíduo havia embarcado em ônibus na cidade de Belo Horizonte com destino a Vitória. Os policiais abordaram o veículo na altura do município de Ibatiba e identificaram o investigado. 
O jovem é o terceiro preso suspeito de envolvimento no crime ocorrido no dia 18 de fevereiro. Ele foi encaminhado ao Centro de Triagem de Viana (CTV), onde permanecerá à disposição da Justiça.
Presos no dia 20
  • Simão Pedro de Novaes Brito, detido em Vila Velha (capixaba), 22 anos; 
  • Samuel Novaes Brito, detido em Brejetuba (capixaba), 20 anos;
Foragidos
  • Mulher trans (Joinville, Santa Catarina), 25 anos;
  • Gael Herivan; 

Foi morto em casa alugada via app 

Gilberto foi morto dentro de uma casa alugada via aplicativo, atraído ao imóvel para fazer um programa sexual. Segundo a Polícia Civil, ele teria pagado pelo encontro com um dos suspeitos, mas houve um desentendimento quanto ao valor do serviço. Ao todo, cinco pessoas estão envolvidas com o crime, incluindo dois irmãos.
Tudo começou a desandar quando os suspeitos viram que a vítima chegou ao local em um carro de luxo, despertando a atenção deles. Enquanto um dos criminosos permaneceu com Gilberto dentro do apartamento, os comparsas esperaram do lado de fora, na rua.
De acordo com as investigações, o programa foi inicialmente ofertado a R$ 100. "Ao fim do programa, essas três pessoas foram acionadas e entraram na residência. Ao pagar o programa, os suspeitos disseram que já era R$ 1 mil. Começou uma discussão. Amarraram a vítima, amordaçaram, torturam, espancaram, deram choque, esquentaram ferro e a queimaram", explicou o delegado Tarik Souki.
Em nota, a Airbnb, informou que está analisando o caso e permanece à disposição para ajudar as autoridades nas investigações.

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