Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Feminicídio

Justiça aumenta pena de homem que matou e enterrou esposa em Itapemirim

Admilson de Souza da Cruz foi condenado a 16 anos de prisão. Ele é acusado de ter matado a esposa, Claudiana Bom Macota, por asfixia e enterrado o corpo na Praia da Gamboa, em outubro de 2017

Publicado em 04 de Dezembro de 2020 às 19:45

Redação de A Gazeta

Publicado em 

04 dez 2020 às 19:45
Admilson de Souza da Cruz e Claudiana Bom Macota
Admilson de Souza da Cruz e Claudiana Bom Macota Crédito: Reprodução/ Redes socais
Justiça aumentou a pena de Admilson de Souza da Cruz para 16 anos de prisão. Ele é acusado de ter matado a esposa Claudiana Bom Macota por asfixia e enterrado o corpo dela na Praia da Gamboa, em Itapemirim, Litoral Sul do Espírito Santo, em outubro de 2017. O réu já havia sido condenado em 2018 a pagar a pena de nove anos de prisão.
O caso foi novamente a júri popular na quarta-feira (02), depois que o Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça de Itapemirim, apresentou recurso após a primeira condenação.
O primeiro julgamento foi realizado em 2018. Na época, os jurados entenderam que o réu praticou homicídio simples, ocultação de cadáver e a pena total foi de nove anos de reclusão. No entanto, o MPES apresentou recurso de apelação contra a decisão alegando que os jurados decidiram contra as provas apresentadas nos autos.
Nesta semana, Admilson de Souza da Cruz, ainda estava cumprindo a pena anterior, de nove anos, em regime aberto. Agora, condenado por homicídio triplamente qualificado — motivo fútil, meio cruel e feminicídio em concurso material com o crime de ocultação de cadáver — ele recebeu pena de 16 anos de reclusão. Ele terá de cumprir a pena em regime fechado.

RELEMBRE O CRIME

Claudiana desapareceu na noite do dia 05 de outubro de 2017. O marido Admilson contou para a polícia que a esposa saiu por volta das 18h para caminhar e pagar uma conta em um salão de beleza.
O corpo dela foi encontrado quatro dias depois. No dia seguinte, o marido confessou o crime. Ele disse que cometeu o crime porque a companheira se negou a entregar o telefone celular para que ele verificasse as trocas de mensagens e ligações, porque desconfiava estar sendo traído.
Disse que esganou Claudiana Bom Macota e a matou na quinta à noite, dentro de casa, pegou o carro e levou o corpo até a mata que fica a dois quilômetros da casa deles. Depois, ainda arrumou a residência e se passou por vítima, divulgando o desaparecimento da esposa. Eles eram casados havia 16 anos e, na época, tinham uma filha de 15 anos.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Crea constata risco em obra de Vila Velha
Crea identifica problemas em obra após vídeo de muro balançando em Vila Velha
Imagem de destaque
Cade dá sinal verde para negociação entre sócios capixabas do Extrafruti e Americanas
Lançamento da logomarca da Copa do Mundo Feminina do Brasil, de 2027
Fifa abre registro para voluntários da Copa do Mundo Feminina de 2027

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados