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Mudança

Governo nega crise e garante continuidade no trabalho da PM

Coronel Márcio Sartório assume o comando com a promessa de buscar melhores condições para a tropa

Publicado em 18 de Novembro de 2019 às 22:32

Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 nov 2019 às 22:32
Governador Renato Casagrande e o novo comandante-geral da PM, coronel Márcio Eugênio Sartório, na solenidade de troca de comando Sartório Crédito: Larissa Avilez
Polícia Militar do Espírito Santo mudou o comando-geral nesta segunda-feira (18). Afastado por problemas de saúde, o coronel Moacir Leonardo Vieira Barreto Mendonça deixou o cargo, que passou a ser ocupado pelo coronel Márcio Eugênio Sartório.  Apesar da troca no alto comando da PM, o governo nega crise e o tom do discurso é de continuidade. 
Continuam, inclusive, os desafios da função, como administrar as demandas da tropa por melhorias salariais e de estrutura para realizar o policiamento. Entre as metas apontadas pelo novo comandante estão o retorno do Batalhão de Missões Especiais (BME) e oferecer mais condições de trabalho. “Eram objetivos da gestão passada e que também serão meus. Temos que oferecer proteção aos policiais militares e às famílias deles. Vamos trabalhar nesse sentido”, adiantou. 
Governo nega crise e garante continuidade no trabalho da PM
No discurso feito durante a solenidade, realizada no Quartel do Comando-Geral da PM, em Maruípe, Vitória, o governador Renato Casagrande também prometeu investimentos na categoria, mas sem detalhar qualquer medida. “Temos condições de melhorar as condições de trabalho e vamos avançar, conforme permitido, dependendo também dos resultados apresentados à sociedade”, disse.
No mesmo caminho, o secretário estadual de Segurança, Roberto Sá, não informou qualquer data para um possível reajuste de salário. “Estamos avaliando algumas propostas apresentadas e que serão repassadas ao governo. Não acho que esteja distante, mas não há previsão de como ou quando aconteceria essa mudança”, afirmou.

OS COMANDANTES

O coronel Barreto, que tinha assumido o comando em janeiro, já estava afastado havia 15 dias, conforme pedido médico, para cuidar da saúde. O problema enfrentado por ele não foi divulgado. O ex-comandante também não compareceu à cerimônia, mas uma carta de despedida foi lida pelo subcomandante-geral da corporação, coronel Aleksandro Ribeiro de Assis.
Embora não planejada, a mudança é vista com bons olhos pelo governo estadual. “Ficamos tristes com a saída de Barreto, mas estamos otimistas. A escolha se encorou na capacidade operacional de Sartório, do poder de integrar várias entidades do setor de segurança pública e da história de vida dele”, afirmou Casagrande.
Sartório, até então à frente do policiamento metropolitano,  destacou o trabalho do antecessor. “Substitui-lo é um desafio muito grande, por causa da competência, do carisma e do trabalho que desempenhou neste ano. Vou continuar buscando bons resultados e cuidando da nossa tropa”, afirmou o novo comandante-geral, que ainda não tem um substituto para a função que exercia.

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