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Estados Unidos

Do Val pede para Bolsonaro rever indicação de filho para embaixada

Ao Jornal Nacional, o vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores, o senador Marcos do Val, afirmou que 'a embaixada é estratégica e requer um diplomata com muita consciência'

Publicado em 17 de Julho de 2019 às 01:20

Jose Ricardo Medeiros

Publicado em 

17 jul 2019 às 01:20
Marcos do Val pediu ao presidente que reveja a indicação do filho para a embaixada Crédito: Reprodução | TV Globo
O vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, o senador capixaba Marcos do Val (PPS), fez um apelo para que o presidente da República Jair Bolsonaro reveja a indicação do filho, Eduardo Bolsonaro, para a embaixada do Brasil, em Washington, nos Estados Unidos. A informação é do Jornal Nacional. 
Ao Jornal Nacional, o senador afirmou que 'a embaixada é estratégica e requer um diplomata com muita consciência'. "Eu peço que o presidente da República possa reavaliar essa posição, essa possibilidade de indicar o seu filho, que é uma pessoa que não tem essa experiência", disse o senador.
O anúncio da indicação do presidente foi realizada na última quinta-feira (11). "Da minha parte, eu me decidi agora, mas não é fácil uma decisão como esta estando no lugar dele e renunciando ao mandato", disse ele em entrevista a jornalistas. "Apesar de ser meu filho, ele tem de decidir", acrescentou. 
 
O presidente disse ainda que o filho fala inglês com fluência, tem uma relação boa com a família do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e "daria conta do recado perfeitamente".
"É uma coisa que está no meu radar, sim, e existe a possibilidade. Ele é amigo dos filhos do Donald Trump, fala inglês e espanhol, tem uma vivência muito grande do mundo. Poderia ser uma pessoa adequada e daria conta do recado perfeitamente", ressaltou.
Ele observou, contudo, que a decisão depende de um "sim" do filho, que teria de abrir mão do mandato de deputado federal para assumir o posto. Bolsonaro lembrou ainda que já havia cogitado a possibilidade no passado, mas que voltou a considerá-la nesta quinta. 
"Não quero decidir por ele seu futuro", disse. "Eu fiquei pensando: imagine se tivesse no Brasil o filho do presidente Maurício Macri como embaixador da Argentina? Obviamente que o tratamento seria diferente de um embaixador normal", afirmou.
O cargo de embaixador do Brasil nos EUA está vago desde abril, quando o chanceler Ernesto Araújo removeu o diplomata Sérgio Amaral do posto. O também diplomata Nestor Forster era considerado o favorito para substituí-lo.

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