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Campos inativos

Produção de petróleo em terra no ES pode crescer 5 vezes em 10 anos

Aumento na produção será motivado pela reativação de poços antigos por empresas privadas. Estado pode passar de 10 mil para 50 mil barris

Publicado em 28 de Outubro de 2019 às 16:04

Redação de A Gazeta

Publicado em 

28 out 2019 às 16:04
Produção de petróleo em terra Crédito: Pixabay
Espírito Santo deve aumentar em cinco vezes a produção de petróleo em terra (onshore) nos próximos dez anos. Essa é a expectativa do coordenador do programa Reate 2020 do Ministério de Minas e Energia, Lucas Mota de Lima. O Estado é um dos oito do país contemplados com a iniciativa que visa abrir para exploração de empresas privadas os campos atualmente desativados. As demais unidades da federação participantes são no Nordeste. 
“A produção atual onshore no Espírito Santo é de cerca de nove mil ou dez mil barris por dia. Estudos feitos nos locais mostram que há a capacidade de quintuplicar essa oferta”, disse em evento do Encontro Nacional do Reate 2020 em Vitória, nesta sexta-feira (25). O Espírito Santo tem quase dois mil poços em terra, mas apenas 280 estão ativos. Com a reativação dos inativos, chegaria a 50 mil barris em dez anos.
O especialista ressaltou que as reativações trarão desenvolvimento regional e geração de emprego. Segundo o gerente do Fórum Capixaba de Petróleo e Gás (FCP&G), Durval Freitas, a retomada desses campos deve gerar R$ 3 bilhões em investimentos em cidades como o São MateusLinharesJaguaré Sooretama.
Os campos estão em oferta permanente, ou seja, não há uma data de leilão específica. Em setembro, a Imetame adquiriu um dos ativos que era da Petrobras. “Qualquer empresa que queira adquirir uma área é só manifestar interesse. Ela entra num processo de cronograma e pode adquirir de forma menos burocrática”, explica Lima.
Ele pondera, no entanto que ainda será preciso aguardar alguns anos para que os resultados dos investimentos sejam sentidos nas comunidades. “O Estado tem grande potencial a ser explorado. Por conta do tempo que investimentos desse tipo demorar para maturar, veremos resultados desses investimentos nos próximos quatro ou cinco anos”, afirmou Lima.

ESTADOS UNIDOS

O gerente do FCP&G revelou ainda que há empresas estrangeiras interessadas nos campos desativados do Espírito Santo. Segundo ele, uma companhia do Texas, nos Estados Unidos, que ainda não atua no Brasil estaria sondando oportunidades no Estado. “Inicialmente seria para os poços maduros (antigos), mas também poderá explorar outros poços no mesmo campo”, afirmou.
Como ainda se trata de uma sondagem, não foram reveladas mais informações sobre a possibilidade de investimento.

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