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Projeto Vix Flora

Vitória realiza primeira 'chuva de sementes' para reflorestar áreas nativas

A iniciativa tem o objetivo de recuperar a cobertura florestal da Mata Atlântica na Capital capixaba de forma sustentável e eficiente em locais de difícil acesso

Publicado em 25 de Fevereiro de 2025 às 15:57

Redação de A Gazeta

Publicado em 

25 fev 2025 às 15:57
Lançamento do Projeto Chuva de Sementes
O drone realizou a primeira dispersão de sementes em áreas degradadas da Mata Atlântica em Vitória Crédito: Ronaldo Rodrigues
Do alto do Mirante Moxuara, no Parque da Fonte Grande, em Vitória, um drone realizou a primeira dispersão de sementes nativas da Mata Atlântica, na manhã desta terça-feira (25).
O equipamento pode alcançar até 30 km por hora, tem três metros de largura e consegue carregar até 20 kg de sementes. A iniciativa faz parte do projeto Vix Flora, da Prefeitura da Capital, em parceria com uma empresa privada.
O drone sobrevoa a região, identifica as áreas degradadas e faz a dispersão das sementes.
Entre os principais pontos positivos de fazer a semeadura com o drone é que o equipamento alcança locais de difícil acesso, como encostas e terrenos íngremes, acelera o processo de semeadura e por voo pode espalhar até 10 mil sementes.
Vitória realiza primeira 'chuva de sementes' para reflorestar áreas nativas
Além de acelerar o processo de reflorestamento, a iniciativa reduz a necessidade de intervenção humana em regiões remotas, tornando viável a recuperação de áreas que, pelos métodos tradicionais, seriam quase impossíveis de serem restauradas.
“A geografia de Vitória é muito desafiadora, a gente tem várias encostas onde é muito difícil levar equipes com mudas e fazer o cultivo. Esse tipo de recurso vem fazer uma chuva de semente que dispersa várias sementes de espécies nativas da nossa região e faz um enriquecimento florestal”, explicou Tarcísio Foeger, Secretário Municipal de Meio Ambiente.
A iniciativa também ajuda a evitar erosões e deslizamentos de terra. “A gente dá um passo grande na agenda de adaptação da cidade aos fenômenos climáticos. A gente sabe que cobertura vegetal aumenta a capacidade de absorção de água”, ressaltou Tarcísio Foeger.

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