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Monkeypox

Varíola dos macacos: após confirmar 2 casos, ES descarta nova suspeita

Informação foi divulgada nesta sexta (15) pelo secretário Nésio Fernandes. Horas depois, a Secretaria de Estado da Saúde detalhou que o caso foi descartado

Publicado em 15 de Julho de 2022 às 15:38

Alberto Borém

Publicado em 

15 jul 2022 às 15:38
Varíola dos macacos: ES investiga caso
Varíola dos macacos: ES tem dois casos confirmados Crédito: Freepik

Atualização

15/07/2022 - 5:51
Após publicação desta matéria, a Secretaria de Estado da Saúde informou, na tarde desta sexta-feira, que o caso citado pelo secretário que estava em investigação foi descartado por que não "se enquadra nos critérios como suspeito para Monkeypox". O texto e o título foram atualizados.
Espírito Santo descartou mais um caso suspeito de varíola dos macacos, que foi notificado formalmente à Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) na noite desta quinta-feira (14). A investigação foi divulgada pelo secretário Nésio Fernandes, em entrevista à jornalista Fernanda Queiroz, apresentadora do CBN Vitória. Horas depois, a Secretaria de Estado da Saúde informou que o caso foi descartado. São dois os casos confirmados da doença no Estado, não havendo nenhum outro caso em apuração até o momento.
Nésio Fernandes não detalhou o perfil do novo caso suspeito que estava em investigação, informando apenas que a suspeita começou a ser apurada na quinta-feira (14). Não há investigações em andamento.
O chefe da pasta detalhou que a varíola dos macacos tem se comportado até o momento como uma doença de transmissão sexual. Isso porque os infectados oferecem mais riscos em relações sexuais do que simples respiração ou contato físico. Segundo o secretário, no caso das relações sexuais, a transmissão não se dá pelo sêmen, mas pelo contato direto da pele. 
"Importante que a população saiba que a doença está circulando, que não há vacina disponível e que os testes não estão disponíveis nas redes privadas e públicas, o que impede um rastreamento. Exige um manejo muito complexo. Até o momento, se comporta quase como uma doença de transmissão sexual "
Nésio Fernandes - Secretário Estadual de Saúde
A reportagem de A Gazeta procurou a Secretaria de Estado da Saúde para ter mais informações do que é apurado no Espírito Santo. Em nota, a pasta informou, na tarde desta sexta-feira, que a notificação foi descartada por não se enquadrar nos critérios de caso suspeito da varíola dos macacos. 

ES TEM DOIS CASOS DE VARÍOLA DOS MACACOS

A confirmação dos dois primeiros casos foi divulgada no fim da tarde de quinta-feira (14) pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), que recebeu o diagnóstico positivo. Os dois pacientes são homens com idades entre 30 e 49 anos, que moram na Grande Vitória. Ambos têm histórico de viagem recente a São Paulo – o Estado que concentra a grande maioria das confirmações da doença no Brasil, até o momento.
Apesar das confirmações, a Sesa informou que os dois pacientes já estão curados. "O período de isolamento desses dois pacientes já encerrou e ambos estão curados, não trazendo riscos à população", ressaltou, em nota.
Os dois primeiros casos foram confirmados quase um mês após a primeira apuração da doença no Estado. Foram seis suspeitas investigadas até o momento, sendo que quatro foram descartadas. 

DOENÇA NÃO É NOVA: SINTOMAS E TRANSMISSÃO

Apesar de ter tomado os noticiários recentemente, a varíola dos macacos foi descoberta na década de 1950, após dois surtos em colônias desses animais, que eram mantidos para pesquisas. Já o primeiro caso humano foi registrado na década de 1970, no Congo, país africano.
De acordo com informações divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), os sintomas costumam durar entre duas e três semanas, consistindo em: febre, dor de cabeça, dores musculares e erupções cutâneas, geralmente no rosto, na palma das mãos e na sola dos pés.
De maneira geral, são duas as variantes principais da doença. A mais grave delas, conhecida como "cepa do Congo", pode chegar a 10% de mortalidade. Já a outra, denominada popularmente de "cepa da África Ocidental", tem uma taxa de letalidade bem menor, próxima de 1%.
O vírus causador pode ser transmitido por meio do contato com lesões na pele e gotículas de uma pessoa contaminada, além de objetos compartilhados. Por isso, a Anvisa sugeriu que os brasileiros usem máscaras, reforcem a higienização e façam o distanciamento social para evitar a transmissão.

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