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Crueldade

Polícia investiga caso de cadela morta a pauladas em Mimoso Sul

Dona da cadela disse que um vizinho agrediu e matou o animal na frente dela e da filha pequena. Ela denunciou o morador à Polícia Civil

Publicado em 12 de Março de 2021 às 18:01

Publicado em 

12 mar 2021 às 18:01
CADELA lessy
Cadela Lessy foi morta na última terça Crédito: Telespectador| TV Gazeta Sul
A dona de casa Ana Paula Pereira afirma que a sua cadela de estimação foi morta a pauladas por um morador do distrito de Santo Antônio de Muqui, no interior de Mimoso do Sul, no Sul do Espírito Santo, na última terça-feira (9), na frente dela e da filha pequena. A dona do animal denunciou o caso na Polícia Civil
A cadela Lessy, como a família a chamava, deu à luz sete filhotinhos há um mês. Ela foi encontrada na rua recentemente e acolhida com os filhotes na casa de Ana Paula. “Meu filho achou essa cachorra na rua com os sete filhotes, tinham três dias de nascidos, e trouxe aqui para casa”, contou.
Ana Paula disse que, no dia do crime, soltou a cadela à tarde e, pouco depois, um vizinho veio se queixar do animal com ela e o marido, com um pedaço de pau na mão. “Disse a ele que era meu cachorro, mas ele nem esperou eu acabar de falar e deu uma paulada nela aqui, arrastou para a beira do rio, acabou de matar e jogou dentro da água. Ele disse que não era obrigado a comprar ração para cachorro dos outros vir e comer as galinhas. Assisti toda a cena, foi horrível. Pedi pelo amor de Deus para ele não fazer isso. Minha filha viu tudo, quando lembra chora”, contou.
dona de casa, Ana Paula Pereira, conta que a cadela, Lessy
Dona de casa Ana Paula Pereira e os filhotes da cadela Lessy Crédito: Reprodução/ TV Gazeta Sul
A Ana Paula registou um boletim de ocorrência na delegacia de Mimoso do Sul. Em conversa com a reportagem da TV Gazeta Sul, o delegado Romulo Carvalho Neto informou que já foi instaurado um inquérito para investigar o caso, algumas pessoas já foram ouvidas, porém, até o momento, ninguém foi preso.
O suspeito do crime ainda será chamado para depor. O delegado reforça que maltratar os animais é crime e a pena se agrava quando o animal é morto. “Em 2020 tivemos alteração nesta legislação em que houve majoração da pena quando o crime é praticado contra cães e gatos, que passa de um crime de menor potencial ofensivo para um crime mais grave, com pena que varia de dois a cinco anos, podendo aumentar a punição se houver a morte do animal”, disse o delegado.

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