Em janeiro deste ano, a Capital do Espírito Santo ganhou um novo serviço de mobilidade urbana: o tuk-tuk, veículo tradicional na Índia que funcionou em Vitória por meio de aplicativo. Mas, há alguns meses, os veículos sumiram das ruas da cidade. Ao contrário do que pode parecer, os tuk-tuks não sumiram de vez. Eles tiveram o serviço suspenso desde que a pandemia pelo novo coronavírus atingiu o Estado.
A Uber, que trouxe o serviço para Vitória ao lado da empresa Movida, não soube informar com precisão a data em que os tuk-tuks pararam de circular por aqui, mas relatou que foi assim que as medidas de distanciamento social e quarentena foram implementadas na Capital. "A operação foi interrompida por conta da pandemia e, por enquanto, não há previsão de retorno", resumiu.
COMO FUNCIONAVA O SERVIÇO?
O meio de transporte começou a circular no trânsito de Vitória no dia 28 de janeiro, pelos bairros Mata da Praia, Jardim da Penha, Santa Lúcia e Santa Helena.
O serviço era acionado por aplicativo e utilizado por até duas pessoas além do motorista por vez. O preço era flexível, mais barato do que o UberX.
LEITORES OPINARAM SOBRE VEÍCULO
A divulgação da chegada a Vitória movimentou os usuários dos perfis da Gazeta no Twitter e no Facebook. Não faltaram brincadeiras com o trânsito da cidade, comparado ao caos dos países onde originalmente o tuk-tuk circula.
Mas também houve críticas à falta de ações efetivas de mobilidade urbana e até comparações com as patinetes, que oficialmente saíram de circulação na semana passada. Veja seleção de comentários dos leitores na época.