As obras de revitalização da Avenida Beira-Mar, em Vitória, vão começar na segunda-feira (14). A informação foi confirmada nesta sexta-feira (11) pela Prefeitura da Capital. Segundo a administração municipal, o início dos trabalhos ocorrerá nas proximidades da Praça Pio XII, onde fica o Banco do Brasil.
O investimento previsto é de R$ 97,8 milhões e o prazo de execução de 24 meses. Ao todo, as obras vão abranger 4,2 quilômetros da avenida, no trecho compreendido entre o Porto de Vitória, no Centro, até o Hortomercado, na Enseada do Suá.
Segundo a prefeitura, o projeto integra o programa Vitória de Frente para o Mar e tem como objetivo aproximar a população da baía, ampliar os espaços de convivência e qualificar a infraestrutura urbana da região.
Ainda de acordo com a prefeitura, , o projeto foi estruturado em quatro segmentos:
Ampliação: Trecho entre o Porto de Vitória e o Clube de Regatas Saldanha da Gama, com extensão aproximada de 1,13 quilômetro.
Urbanização - Área que atualmente possui ciclovia consolidada, com extensão aproximada de 820 metros.
Requalificação - Trecho localizado entre o DER-ES e o Clube Álvares Cabral, com cerca de 690 metros de extensão.
Geometria Viária - Área compreendida entre o Clube Álvares Cabral e o Hortomercado, totalizando aproximadamente 1,56 quilômetro.
- Requalificação e ampliação das calçadas ao longo da avenida;
- Construção de novos deques voltados para contemplação da Baía de Vitória;
- Implantação de áreas de permanência com bancos, mesas, espreguiçadeiras e mobiliário urbano;
- Instalação de playgrounds e academias populares;
- Reforma, ampliação e conexão dos trechos existentes de ciclovias;
- Construção de novas baias de ônibus;
- Implantação de um novo mirante à beira-mar;
- Construção de uma nova edificação para o Serviço de Orientação ao Esporte (SOE);
- Ampliação das áreas destinadas aos pedestres em pontos estratégicos, por meio do avanço da plataforma urbana sobre a margem d'água, criando novos espaços de convivência e contemplação;
- O projeto também prioriza a acessibilidade, com percursos mais seguros e confortáveis para pedestres, além do fortalecimento da mobilidade cicloviária e da utilização dos espaços públicos ao longo de toda a orla.