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Investigação

Mil pessoas que moravam com pacientes com Covid testaram positivo

Para secretário de Saúde, estratégia que ampliou testagem é importante para isolar os doentes e quebrar a cadeia de transmissão do vírus

Publicado em 30 de Outubro de 2020 às 18:33

Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 out 2020 às 18:33
Covid-19: Testes para detectar o novo coronavírus em Linhares
Covid-19: Testes para detectar o novo coronavírus em Linhares Crédito: Prefeitura de Linhares
Cerca de mil casos de Covid-19 no Espírito Santo foram identificados a partir da testagem de pessoas que viviam na mesma residência que pacientes já diagnosticados com a doença. Segundo o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, a estratégia permitiu encontrar casos assintomáticos, isolar os doentes e quebrar a cadeia de transmissão do vírus.
"Passamos a fazer testagem de contatos intra-domiciliares (dentro do domicílio) de pacientes positivados no exame PCR. Já identificamos quase 1.000 pacientes positivos nos contatos domiciliares. Esse passo tem se mostrado acertado e importante na investigação de contato no nosso Estado", disse o secretário, em coletiva de imprensa on-line nesta sexta-feira (30).
Mil pessoas que moravam com pacientes com Covid testaram positivo
Nésio Fernandes afirmou que essas investigações, somadas à estratégia de testar qualquer paciente com sintomas gripais, contribuíram para o aumento do número de casos positivos de coronavírus entre 8 de setembro e 10 de outubro, principalmente na Grande Vitória, com destaque para Vitória e Vila Velha.
Ele esclareceu, contudo, que atualmente o Espírito Santo retornou para a tendência de queda que vinha registrando antes desse período.
“Tivemos um aumento de casos muito perceptível entre 8 de setembro e 10 de outubro na Grande Vitória, principalmente em Vitória e Vila Velha. Depois de 10 de outubro foi seguido de nova tendência de queda, de recuperação, com redução de casos observados”, disse.
A alteração nas semanas anteriores, ainda segundo o secretário, também teve como causa o aumento da circulação de pessoas durante os fins de semana e feriados. O clima ensolarado favoreceu as atividades sociais coletivas, o que faz aumentar o risco de contágio.
“Nós tivemos, entre os dias 8 de setembro e 10 de outubro, dias com calor intenso, feriados e fins de semana com comportamentos sociais inadequados no contexto de pandemia, mesmo em um contexto de baixo risco”, observou.
Segundo ele, as classes A e B se expuseram de maneira mais explícita às atividades com maior risco de transmissão e, consequentemente, foram as que mais se contaminaram.
Às vésperas de um novo feriado prolongado, o secretário fez um apelo para que sejam mantidas as medidas de proteção contra o coronavírus, como o uso de máscara e o distanciamento social.
“O uso de máscara deve persistir, não podemos prescindir de proteger as pessoas que vivem próximas. Se for sair nas ruas, use máscara. Tenha zelo e cuidado com a vida do próximo e com a própria vida”, concluiu.

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