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Educação

Médico defende retorno presencial das aulas no ES sem ar-condicionado

Apesar do receio de muitos alunos e familiares, o especialista acredita ser necessário o retorno e aponta meios para que a volta aconteça de forma segura

Publicado em 14 de Setembro de 2020 às 08:20

Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 set 2020 às 08:20
O médico infectologista Crispim Cerutti Junior, em entrevista à TV Gazeta
O médico infectologista Crispim Cerutti Junior, em entrevista à TV Gazeta Crédito: Reprodução / TV Gazeta
Médico defende retorno presencial das aulas no ES sem ar-condicionado
As aulas do ensino superior estão autorizadas para retornar de forma presencial nesta segunda-feira (14) e há a expectativa de que o mesmo aconteça para a educação básica a partir de outubro. Apesar do receio e da cautela de muitos alunos e familiares, em entrevista ao Bom Dia Espírito Santo, da TV Gazeta, o médico infectologista Crispim Cerutti Junior afirmou que, respeitando medidas básicas de prevenção à transmissão do vírus, a volta às aulas é necessária.
Segundo ele, uma das principais orientações é a proibição de ambientes fechados com ar-condicionado. O médico destaca que já está comprovado que essa condição promove risco para a transmissão do vírus.
"O ambiente com ar-condicionado é um ambiente proibitivo, porque a gente já sabe que onde há um ambiente fechado, circulando ar-refrigerado, o vírus fica em suspensão. Então, o distanciamento físico já não serve mais, o risco de contágio já está em toda parte"
Crispim Cerutti Junior - Médico
Ainda de acordo com o especialista, a vigilância é outro ponto importante para o retorno às atividades escolares de forma presencial. Com isso, garantindo as medidas básicas de higiene, o médico garante que o risco de transmissão da doença está controlado.
“É um processo que tem que ter um planejamento bem feito e ser colocado em prática sob supervisão. Tem um elemento que é fundamental nisso, que funcionou em outros locais que se abriu a escola e não teve impacto sobre a curva da epidemia, é a vigilância. É observar atentamente a evidência de novas infecções e, ao detectá-las, fazer o rastreamento dos contatos para a gente inibir a retomada do crescimento da cadeia”, disse.
E ainda finalizou destacando os três pilares fundamentais para convivência durante a pandemia, mesmo com um ritmo de transmissão em queda. “A higiene constante das mãos, o distanciamento físico, e o uso constante da máscara com o cuidado de não tocar a face. Esses três elementos devem permanecer enquanto houver a circulação do vírus de qualquer forma”, concluiu.

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