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Surto

Marataízes lidera casos de catapora no ES; confira o ranking

Município contabiliza 64 casos e está em estado de alerta devido a um surto da doença; Guarapari aparece em segundo lugar, com 31

Publicado em 20 de Agosto de 2026 às 16:28

Beatriz Caliman

Publicado em 

20 ago 2026 às 16:28

Marataízes, no Litoral Sul do Espírito Santo, lidera o número de casos confirmados de varicela, popularmente conhecida como catapora, no Estado. Ao todo, o município contabilizava 64 casos até o último sábado (15). Na quarta-feira (19), a cidade entrou em estado de alerta devido ao surto da doença.


Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Marataízes aparece à frente de Guarapari, que ocupa a segunda posição, com 31 casos confirmados. Na sequência estão Serra, com 23; Ibitirama, com 18; e Vila Velha, com 14.


Outros municípios também aparecem na relação. Cariacica e Itapemirim registram 13 casos confirmados cada, enquanto Linhares contabiliza 12. Somados, os oito municípios citados concentram 188 casos confirmados de varicela.


De acordo com a Prefeitura de Marataízes, o aumento de casos levou o município a entrar em estado de alerta. Até o momento, não houve registro de casos graves da doença. Alunos de 13 escolas e creches tiveram diagnóstico confirmado.


A Secretaria Municipal de Saúde informou ainda que acompanha a evolução dos casos e que as medidas adotadas seguem os protocolos para varicela estabelecidos pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o município, o número de casos está dentro do previsto para o estágio atual do surto.

Marataízes lidera casos de catapora no Espírito Santo
Marataízes adotou um plano de contingência para enfrentar o surto de catapora Divulgação/ Prefeitura de Marataízes

A prefeitura informou também que recebeu visitas técnicas da Sesa e adotou um plano de contingência para enfrentar o surto.


Entre os principais sintomas da catapora estão febre, cansaço, falta de apetite e o surgimento de manchas vermelhas na pele, que evoluem para bolhas e podem provocar coceira intensa. Posteriormente, as lesões secam e formam crostas.


A transmissão pode ocorrer pelo contato com secreções respiratórias, como as expelidas por tosse ou espirro, e pelo contato direto com o líquido presente nas bolhas.

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