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De forma individual

Guarapari libera atividades na praia: 'Não é para ficar lá tomando sol', diz secretário

Segundo Luiz Carlos Cardozo Filho, secretário Municipal de Postura e Trânsito, decreto publicado nesta semana permite atividades esportivas – dentro ou fora do mar – desde que feitas de forma individual

Publicado em 19 de Agosto de 2020 às 12:03

Redação de A Gazeta

Publicado em 

19 ago 2020 às 12:03
Banhistas aproveitam o dia sol na praia do Morro, em Guarapari
Em Guarapari, praias tem ficado cheias aos finais de semana, mesmo em época de pandemia Crédito: Ricardo Medeiros
Em risco moderado para a contaminação do novo coronavírus, a Prefeitura de Guarapari publicou nesta semana um decreto permitindo a prática de esportes nas praias da cidade. Dentro da água ou no calçadão, muitas atividades estão permitidas, desde que sejam realizadas de maneira individual, no horário compreendido entre 5h e 18 horas. O decreto –publicado no Diário Oficial, da última segunda-feira (17) – informa que é vedada a permanência de pessoas nas praias para outros fins que não seja a prática de atividades esportivas individuais, ou seja, para simples permanência.
Guarapari libera atividades na praia - Não é para ficar lá tomando sol, diz secretário
Em entrevista à jornalista Fernanda Queiroz, da CBN Vitória, na manhã desta quarta-feira (18), Luiz Carlos Cardozo Filho, secretário municipal de Postura e Trânsito de Guarapari, explicou que ainda não é o momento de tomar sol na areia, beber cerveja ou jogar altinha na praia.
"As praias estão liberadas para práticas esportivas, para um mergulho, canoagem, mas não é para ficar parado na areia tomando sol, utilizando ombrelones, bebendo cerveja, jogando altinha. A permanência é proibida". Corrida na praia, esporte dentro da água ou na areia desde que seja individualmente. O município não gostaria de estar vivendo essa situação, mas não é momento para lazer. Não é para ficar na padaria curtindo. Precisamos controlar o vírus para voltarmos à realidade de antes", ressaltou.

TURISTAS

Ainda segundo o secretário, embora a cidade dependa muito do turismo, ainda não é o momento de voltar a receber os turistas. "Nos fins de semana as praias ficam vergonhosamente cheias. Turismo, aluguel de casas, ônibus de turistas, tudo isso ainda está proibido. Gostamos e precisamos do turista, mas não é momento para isso. Temos feito abordagens orientativas nas praias, e temos enfrentado muita resistência das pessoas", afirmou.
O município ainda não definiu se vai manter as famosas festas de réveillon e toda a agitação do verão, mas vê a situação com otimismo e pede a colaboração da população. "Não é momento de relaxamento. O principal é a população respeitar esse momento. Acreditamos que vai sair disso quanto antes, que vai surgir uma vacina. Ainda faltam quatro meses (para o verão). Acreditamos que teremos um verão normal, mas para isso precisamos estar no risco baixo ou sem pandemia", concluiu.

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