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Novos objetivos

ES vai ter um ano para elaborar Plano de Educação da próxima década

Após sanção do documento nacional, serão traçadas as metas educacionais para aplicação nas redes de ensino do Espírito Santo

Publicado em 17 de Abril de 2026 às 18:50

Aline Nunes

Publicado em 

17 abr 2026 às 18:50

Após sanção presidencial nesta semana do Plano Nacional da Educação (PNE), começa a valer o prazo para os Estados prepararem as versões locais das metas educacionais que deverão ser alcançadas pelas redes de ensino. O governo do Espírito Santo vai ter um ano para elaborar o planejamento a ser implementado com novos objetivos para a próxima década. 


Para a elaboração do Plano Estadual de Educação (PEE), o prazo é de12 meses, enquanto os municípios terão 15 meses.  "O momento representa uma oportunidade estratégica para o fortalecimento das políticas públicas educacionais, com foco na ampliação do acesso, na melhoria da qualidade do ensino e na promoção da equidade na rede pública de ensino", ressalta, em nota, a Secretaria de Estado da Educação (Sedu).


Embora o prazo comece a contar agora, a Sedu ressalta que, desde 2025, já trabalha em articulação com o Fórum Estadual de Educação do Espírito Santo (FEE-ES) e esse processo terá continuidade com a formalização, ainda em abril, de nova comissão responsável pela elaboração e monitoramento do PEE. 


"O colegiado será presidido pela secretária de Estado da Educação, Andrea Guzzo, e contará com a participação de representantes do FEE e de diversas entidades ligadas à educação básica do Espírito Santo, assegurando um processo plural, transparente e tecnicamente qualificado", pontua a Sedu.


A secretaria também estabeleceu um termo de cooperação com o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) para a elaboração de um material técnico de análise de indicadores. A ideia é que, com essa ferramenta, haja mais subsídios para a realização de debates regionais participativos e, assim, seja possível construir um diagnóstico consistente da educação no Estado. 


"Esse trabalho orientará a definição de metas e estratégias alinhadas às diretrizes nacionais e às especificidades do Espírito Santo, com vistas à consolidação de um planejamento factível, monitorável e orientado a resultados", sustenta a Sedu.


Paralelamente, a secretaria integra a rede de cooperação técnica para a elaboração dos Planos Decenais de Educação, iniciativa que vem apoiando tecnicamente as prefeituras na construção de seus Planos Municipais de Educação. 

"A atuação conjunta reafirma o compromisso do Estado com o regime de colaboração e com o fortalecimento das redes públicas de ensino, garantindo maior integração entre as esferas estadual e municipal na implementação das políticas educacionais", conclui a Sedu. 

Professor, sala de aula, educação
O planejamento é voltado para todas as etapas de ensino, da educação infantil à superior Divulgação

Metas do PNE

 O Plano Nacional de Educação foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última terça-feira (14). No total, o documento apresenta 19 objetivos, 73 metas e 372 estratégias e traz novos compromissos com a aprendizagem, a inclusão e a equidade.


Entre os resultados esperados, segundo o governo federal, está a alfabetização de pelo menos 80% das crianças ao final do 2º ano do ensino fundamental. A ideia é que a meta seja alcançada em cinco anos. Outra previsão do PNE é que a universalização da alfabetização na idade certa ocorra em uma década. 


O plano abrange da educação infantil à pós-graduação, com o reconhecimento de ações como a alfabetização, a valorização docente, a conectividade e a sustentabilidade socioambiental. 


Confira algumas metas:


  1. 60% das crianças de até 3 anos matriculadas na educação infantil (2036);

  2. 65% das escolas e 50% dos estudantes em tempo integral (2036);

  3. 100% dos estudantes alfabetizados até 2036;

  4. Oferta de educação profissional e tecnológica para pelo menos 50% dos estudantes de ensino médio até 2036;

  5. Condições mínimas de funcionamento e salubridade em todas as escolas públicas de educação básica até o terceiro ano de vigência do plano;

  6. Ampliar o investimento público em educação para 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em sete anos e chegar a 10% do PIB em uma década.

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