Imagens fornecidas pelo Iema revelam a presença de troféus para premiar os participantes, além de um espaço "personalizado" para a competição ilegal, considerada pelo órgão como um ataque à fauna.
Segundo a Coordenação de Fauna (CFAU) do Iema, ao chegarem no local, os fiscais constataram que os participantes haviam fugido antes da chegada da polícia, levando a maioria das aves envolvidas. No entanto, quatro aves foram apreendidas: dois trinca-ferros machos e um casal de coleiros, sendo que um macho foi encontrado sem anilha, escondido atrás de uma porta, sugerindo que seria resgatado posteriormente.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também deu apoio à operação, encontrando outras aves silvestres em veículos próximos ao local. As características das gaiolas, as placas de identificação e a presença de fêmeas junto a machos indicavam que as aves poderiam pertencer a participantes do torneio.
Segundo Cosme Carvalho, chefe do setor de Fauna, a operação foi planejada para reforçar o cumprimento da legislação ambiental e demonstrar o compromisso do Iema com os criadores amadores de passeriformes que seguem as normas da Instrução Normativa (IN) Iema 006/2017.
Denúncias podem ser feitas presencialmente no Protocolo Geral do Iema ou de forma digital, acessando a seção "
Denúncias" no site oficial do Instituto.