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Linha de frente

Coronavírus: a cada quatro profissionais de saúde um já foi infectado no ES

Dos 6.139 testes concluídos, 1.582 pessoas foram reagentes. O número que representa 26%, ou seja, um em cada quatro profissionais da saúde já foram contaminados pelo vírus

Publicado em 04 de Setembro de 2020 às 17:07

Redação de A Gazeta

Publicado em 

04 set 2020 às 17:07
Médicos
Profissionais da saúde formam a linha de frente no combate ao coronavírus Crédito: Divulgação
O censo sorológico hospitalar realizado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), apresentado nesta sexta-feira (04), através de coletiva de imprensa, mostrou que 26% dos trabalhadores da saúde que atuam em hospitais estaduais do Espírito Santo já foram infectados pelo novo coronavírus. O dado representa um em cada quatro profissionais da área com Covid-19.
Profissionais de saúde negros e mulheres foram os mais expostos à Covid-19
O subsecretário de Estado de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, explicou que todos os profissionais da rede de saúde dos hospitais da Sesa tiveram o sangue coletado em agosto de 2020, representando uma média de 10 mil coletas realizadas. Desse total, 6.139 exames já foram finalizados e ainda faltam cerca de 4 mil para serem concluídos.
Dos 6.139 testes concluídos, 1.582 pessoas foram reagentes. O número que representa 26%, ou seja, um em cada quatro profissionais da saúde já foram infectados pelo vírus. Em contrapartida, 4.557 não foram reagentes e não possuem anticorpos - dado que representa 74% dos trabalhadores.
"Ainda vamos concluir uma série de análises com diferentes especialistas para que a gente compreenda quantos dos trabalhadores dos nossos hospitais já tiveram contato com o vírus, quantos têm imunidade, quantos deles fizeram o PCR lá no início e permanecem com imunidade ou quantos permanecem com os níveis de anticorpos. Esses exames foram feitos em agosto", explicou

PERFIL DOS PROFISSIONAIS INFECTADOS

De acordo com o censo, as mulheres fazem parte do perfil de pessoas mais expostas. Foram 3.179 profissionais do gênero feminino não reagentes e 1.196 reagentes. Enquanto entre os homens foram 1.377 não reagentes e 386 reagentes.
Já quando há um recorte de raça e cor, os negros aparecem como os mais expostos. Foram 1.446 pardos e pretos autodeclarados não reagentes e 499 reagentes. Entre os autodeclarados brancos, foram 1.224 não reagentes e 394 reagentes. Dos autodeclarados amarelos 721 não apresentaram anticorpos, enquanto 300 foram positivo. Entre os indígenas, houve um caso não reagente e um caso reagente.
Sobre a faixa etária, Reblin alertou sobre um grupo que apresentou mais casos de reagentes: os profissionais com idades entre 30 e 49 anos. Entre os profissionais com idades entre 30 a 39 anos, são cerca de 1.400 deles com anticorpos. Já entre os trabalhadores da saúde com idades entre de 40 a 49 anos, são cerca de 1.200 reagentes.
De acordo com a Sesa, as próximas etapas são: concluir as análises dos exames realizados, comparar resultados sorológicos com os exames RT-PCR já realizados e configurar inquérito sorológico com material e resultados existentes.

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