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Conflito Israel-Hamas

Capixabas se protegem em bunker de hotel em Israel: 'Ouvimos as explosões'

Moradoras de Vila Velha, Érica Campbell e a mãe, Luciana, estavam em viagem religiosa em Jerusalém quando ataques tiveram início no sábado (7); desde então, não saem do hotel
Caroline Freitas

Publicado em 

09 out 2023 às 17:41

Publicado em 09 de Outubro de 2023 às 17:41

Capixabas Érica e Luciana Campbell estão em Israel, em meio a ataques
Érica e Luciana Campbell durante passeio em Israel Crédito: Acervo pessoal
A viagem dos sonhos das capixabas Luciana e Érica Campbell tomou rumos não imaginados por mãe e filha. Elas chegaram a Jerusalém, em Israel, no último dia 2, junto com uma caravana religiosa que saiu do Rio de Janeiro, Mas, em meio ao passeio, foram surpreendidas pelo conflito Israel-Hamas, que já deixa mais de mil mortos no país.
“Só hoje a sirene tocou por duas vezes! Somos orientados a andar rápido para a área da escada, caso estejamos nos quartos, ou para o bunker do hotel. Permanecemos lá até chegar o aviso pelo alto-falante, dizendo que estamos liberados”, relatou Érica, de 33 anos.
Capixabas se protegem em bunker de hotel em Israel 'Ouvimos as explosões'
O conflito em Israel começou no último sábado (7), quando o grupo militante islâmico palestino Hamas, que governa a Faixa de Gaza, lançou uma série de ataques contra Israel. O conflito tem aterrorizado o país, resultando na morte de muitas pessoas e no sequestro de outras.
Érica, que é moradora de Vila Velha, contou que, por conta dos ataques, vários esquemas de segurança têm sido adotados.
“Fomos orientados pela embaixada brasileira a não sairmos do hotel, por questão de segurança. E por sermos um grupo grande, teria que dividir de 10 em 10 pessoas. Então, decidimos ser prudentes e ficar por aqui mesmo. Após a sirene, temos cinco minutos para chegarmos num local seguro. Ouvimos as explosões daqui.”
O primeiro alarme veio ainda na manhã de sábado (7), quando o grupo tomava o café da manhã. Um funcionário do hotel apareceu correndo, pedindo para que evacuassem a área.
“Eu e minha mãe ouvimos como um vento forte. Como a área do café tem umas partes de vidro na lateral e teto, vi que estava um vento. Logo depois ouvi como um trovão. Olhei para o céu e estava sol, não entendi o que era. Logo depois, o mesmo barulho. Após o segundo, a sirene disparou e tivemos que largar tudo e correr. Fomos para o bunker, todos assustados. Não sabíamos o que estava acontecendo lá fora.”
Apesar dos momentos de pânico, ela relata que o grupo está bem e que a viagem de retorno está marcada para a terça-feira (10). “Sabemos que Deus está no controle e vai nos levar em segurança, assim como chegamos aqui.”

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