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Publicado em 23 de março de 2026 às 19:20
O Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo (CBMES) publicou oficialmente, neste mês, a Norma Técnica nº 23/2026, que estabelece uma série de regras para a utilização de pontos de recarga em prédios residenciais e comerciais. A medida segue a diretriz nacional para a instalação de sistemas de alimentação de veículos Elétricos (Save).>
A nova regulamentação começou a ser discutida no ano passado, após casos de incêndios em veículos elétricos ficarem cada vez mais frequentes no país. Após meses de discussão, a iniciativa foi aprovada por meio da Portaria nº 746-R, assinada pelo comandante-geral do CBMES, coronel Alexandre dos Santos Cerqueira, em 9 de março deste ano.>
A nova norma estabelece requisitos e parâmetros de segurança contra incêndio e pânico para os diferentes tipos de edificações que contem com garagens ou sistemas de alimentação para recarga desses veículos, como prédios residenciais, comerciais, industriais, estacionamentos e edifícios-garagem.>
O objetivo é estabelecer critérios que reduzam riscos de incêndio e garantam condições seguras para o abandono da edificação e a atuação das equipes de combate em situações de emergência. A norma prevê medidas para limitar a propagação do fogo, controlar a temperatura e a fumaça e assegurar condições estruturais adequadas durante um eventual incêndio.>
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Em entrevista à CBN Vitória na última quinta-feira (19), o major Domingos Sávio, destacou que as regras estabelecidas pela norma técnica do Corpo de Bombeiros do Espírito Santo para a recarga de veículos elétricos incluem:>
EXIGÊNCIAS E PARÂMETROS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO APLICÁVEIS ÀS OCUPAÇÕES DESTINADAS A GARAGENS E/OU LOCAIS QUE POSSUAM SISTEMAS DE ALIMENTAÇÃO DE VEÍCULOS ELÉTRICOS (SAVE)
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"A gente trabalha com prevenção e proteção. A prevenção é quando a gente evita que o incêndio ocorra e a proteção, considerando que vai ocorrer. Então, a norma, basicamente, trata de instalações elétricas voltadas a esse abastecimento de veículos elétricos. As instalações precisam ser dedicadas para o asbastecimento. A execução deve ser feita de forma segura para prevenir que esses incêndios ocorram", observou o major.>
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