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Nesta terça-feira (12)

Após queda e morte de aluna, escola retoma aulas em Colatina

Elysa de Souza, de 4 anos, caiu de uma altura de cerca de sete metros pela báscula do banheiro da Emef Cleres Martins Moreira, no bairro São Vicente, e morreu cinco dias depois

Publicado em 12 de Setembro de 2023 às 12:47

Vinícius Lodi

Publicado em 

12 set 2023 às 12:47
Menina que caiu do 2º andar em escola de Colatina está em estado grave
Menina que caiu do 2º andar em escola de Colatina está em estado grave Crédito: Divulgação | Polícia Civil
Doze dias após a queda de uma aluna pela báscula de uma sala – que dias depois levou à morte da menina de quatro anos – as aulas foram retomadas na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Cleres Martins Moreira, no bairro São Vicente, em Colatina, no Noroeste do Espírito Santo, na manhã desta terça-feira (12). A morte de Elysa de Souza, que caiu do segundo andar do prédio da instituição de ensino, segue sob investigação da Polícia Civil.
Questionada pela reportagem de A Gazeta, a Prefeitura de Colatina – responsável pela instituição de ensino – disse que, para a retomada das atividades, a escola passou por reparos, ganhando nova báscula para substituir a que estava quebrada, e teve grades instaladas para aumentar a segurança na retomada das atividades. Ainda conforme a administração municipal, equipes técnicas têm acompanhando o trabalho na unidade diariamente.
“A segurança dos alunos é prioridade da prefeitura. Ajustes, manutenção e reparos pontuais são feitos constantemente. É um trabalho constante”, disse a administração municipal em trecho da nota.
Inicialmente, a retomada das aulas após o acidente com a aluna, que ocorreu no último dia 31, estava prevista para segunda-feira (11), mas as famílias souberam que houve adiamento na tarde de domingo (10). Segundo a administração municipal, as aulas tiveram que voltar somente nesta terça-feira porque para a data marcada anteriormente estava agendado um conselho de classe.
Em relação à responsabilização sobre a morte de Elysa, a Polícia Civil não forneceu mais detalhes sobre as investigações, mas informou que todas as oitivas das pessoas envolvidas foram realizadas e que aguarda o resultado do laudo pericial para concluir o caso.
Por conta da situação, o Ministério Público do Espírito Santo (MPES), na última quinta-feira (7), pediu à Justiça a interdição da escola até que fossem feitas vistorias do Corpo de Bombeiros e “todas as exigências que habilitam sua regular atividade sejam atendidas”. O caso tramita em segredo.
A reportagem de A Gazeta procurou novamente o MPES para ter novas informações sobre a atuação no caso, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.

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