Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Ciclista atropelada

Amigos e familiares vão às ruas pedir Justiça pela morte de Luísa Lopes

Protesto está marcado para terça-feira (19). Manifestantes querem que acidente que tirou a vida da modelo não fique impune

Publicado em 17 de Abril de 2022 às 20:07

Murilo Cuzzuol

Publicado em 

17 abr 2022 às 20:07
Luísa Lopes morreu atropelada na Avenida Dante Michelini. Suspeita é de que motorista estava sob efeito de álcool
Luísa Lopes morreu atropelada na Avenida Dante Michelini. Suspeita é de que motorista estava sob efeito de álcool Crédito: Acervo Pessoal/Montagem
Amigos e familiares vão às ruas pedir Justiça pela morte de Luísa Lopes
Familiares e amigos da modelo Luísa Lopes, de 24 anos, organizam um protesto na próxima terça-feira (19), às 18 horas, para pedir Justiça pela tragédia que tirou a vida de Luísa. A jovem morreu na noite da última sexta-feira (15), após ser atropelada na Avenida Dante Michelini, em Vitória.  A manifestação será em frente ao Clube dos Oficiais.
Durante o ato, haverá batucadas, cartazes e capoeira. Além disso, os manifestantes vão instalar a bike ghost, quando a bicicleta é pendurada no local onde aconteceu acidente com algum ciclista.
A manifestação ocorrerá na mesma avenida onde ocorreu o acidente, em frente ao Clube dos Oficiais.
Na quarta-feira (20), às 17 horas, será realizado um sarau em homenagem a Luísa, no Centro Acadêmico de Oceanografia, no campus de Goiabeiras, na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
O grupo conta com mais de 200 pessoas de diversos movimentos sociais, amigos de Luísa, cicloativistas e passistas. A ideia, é organizar ações até que a Justiça pela morte da modelos seja feita.
A corretora de imóveis Adriana Felisberto Pereira, de 33 anos, é suspeita de ter atropelado a modelo. Ela chegou a ser presa, mas foi solta após pagar fiança.
Um vídeo gravado logo após o acidente, mostra Adriana com a voz arrastada e embolada. Ela se negou a fazer teste de bafômetro.
O advogado dela Jamilson Monteiro explicou que na audiência de custódia não houve nenhum indício comprobatório de que Adriana fosse a causadora do atropelamento fatal da ciclista e, que por isso, o juiz de custódia concedeu a liberdade dela mediante o pagamento de fiança de R$ 3 mil. A motorista havia sido presa após o acidente.  
A defesa de Adriana disse, em contato com a reportagem de A Gazeta, neste domingo (17), que vai atrás de imagens em vídeo e também depoimentos de testemunhas oculares, para comprovar que a mulher de 33 anos não foi a responsável pela morte da modelo Luísa Lopes, de 24 anos, na noite da última sexta-feira, mas que outro veículo pode ter atropelado a jovem antes.
A Gazeta solicitou acesso às imagens que mostram a dinâmica da tragédia, mas o pedido não pode ser atendido pela Prefeitura de Vitória, pois serão fruto de investigação policial.  O município informou, em nota, que o videomonitoramento está cada vez mais sendo uma ferramenta de apoio, de fiscalização e de compromisso com a melhoria da segurança da Capital. De acordo com a prefeitura, as imagens já foram separadas e serão cedidas à polícia para contribuir com as investigações.
Vitória
O carro dirigido pela corretora Adriana Felisberto Pereira atingiu a bicicleta da modelo Luisa Lopes Crédito: Reprodução/TV Gazeta

O QUE DIZ A DEFESA DA FAMÍLIA DE LUÍSA LOPES

Apesar das informações recebidas por policiais militares de que um outro carro teria participado do acidente que matou Luísa Lopes, de 24 anos, o advogado da família dela diz que não há provas dessa versão. Após ler o inquérito, o advogado Marcos Vinícius Sá afirmou à reportagem de A Gazeta que essa hipótese está, por ora, descartada. Segundo ele, a família espera uma "responsabilização de forma enérgica pelo crime".
"A família de Luísa justamente espera uma investigação séria para reunir todas essas provas possíveis para que, ao final, a Adriana (motorista do carro) seja punida pelo crime. Temos imagens de Adriana gravadas no dia do crime que são estarrecedoras. A família espera uma resposta à altura, que seja dada a ela a responsabilidade pelo crime. A versão [do outro carro] chegou de uma forma que ninguém sabe. O que nos parece é que somente a irmã da motorista é que teria dado essa resposta. Não tem nenhuma prova no inquérito que comprove isso. Li o inquérito todo e não há nada. Por ora, essa hipótese é descartada A família espera uma responsabilização de forma enérgica pelo crime”, finalizou o advogado.
Luísa Lopes, ciclista que morreu atropelada por Adriana Pereira Felizardo em Vitória
Luísa (à esquerda) morreu sábado. Adriana (à direita) chegou a ser presa pela morte da modelo, em Vitória. Ela deixou a cadeia após audiência de custódia neste sábado (16) Crédito: Redes sociais/Telespectador da TV GazetaMontagem: Caroline Freitas

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

A Polícia Civil apreendeu lança-perfume, maconha, haxixe paquistanês e cocaína em operação na Serra
Traficantes usam câmeras para vigiar a polícia em bairro na Serra
Operação “Cinturão Sul” cumpre mais de 40 mandados na Região Sul do ES
Operação policial prende 46 pessoas em 10 horas no Sul do ES
Imagem de destaque
Bolo de milho-verde: 3 receitas fáceis e deliciosas para o lanche da tarde

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados