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Luisa Mell nega roubo de cachorro de raça exótica: "Falsas acusações"

Segundo um perfil identificado como Pietra do Agreste no Twitter, ela teria aproveitado uma inspeção em um abrigo para roubar um cão da raça Barzoi
Agência FolhaPress

Publicado em 

17 jun 2021 às 08:26

Publicado em 17 de Junho de 2021 às 08:26

A ativista Luisa Mell
A ativista Luisa Mell Crédito: Christian Nogueira/Reprodução/Instagram @luisamell
Luisa Mell, 42, usou as redes sociais para esclarecer uma história que vinha circulando nas redes sociais e que levou seu nome a figurar na lista dos mais comentados da internet nesta quarta-feira (16). A apresentadora e ativista dos direitos dos animais teria roubado um cachorro.
Segundo um perfil identificado como Pietra do Agreste no Twitter, ela teria aproveitado uma inspeção em um abrigo para roubar um cão da raça Barzoi. "A Luisa entrou na casa da família, uma mulher, um homem e um adolescente com espectro autista, e levou os cachorros da própria família", afirmou.
Ela continuou a acusação dizendo que ela teria forjado um atestado de óbito para o animal, que, tempos depois, apareceu no perfil de um amigo da apresentadora. "Para quem não sabe, Borzoi não tem no Brasil (apenas uns 15)", disse.
Luisa também usou as redes sociais para se defender e chamou as acusações de "falsas". Ela conta que, em 2018, cumprindo uma ordem judicial, a polícia 140 cães foram apreendidos de um canil.
"Quem determinou quais cães seriam apreendidos foram as autoridades públicas, tendo o Instituto Luisa Mell apenas cumprido determinações das autoridades policiais", afirmou. Isso ocorreu após denúncias de criação irregular de cães e tráfico de drogas contra a dona, identificada como Gabriela Bueno.
"A Borzoi estava há dias, sozinha, em um quarto escuro e sem janela quando a polícia chegou", explicou. Ela conta que, no local, também foram encontradas "cadelas suturadas com linha de pesca, anestésicos e tesouras cirúrgicas, drogas, além de foto da Gabriela, que não é veterinária, em uma cesária".
Segundo Luisa, Gabriela foi procurada pela Justiça por mais de um ano para se defender das acusações, mas não foi encontrada. "A juíza entendeu que ela sabia da ação e a deu como citada esse mês", contou.
"Gabriela vem há meses perseguindo as autoridades policiais e as pessoas do Instituto Luisa Mell", continuou a ativista. "Já foi condenada liminarmente a manter distância e, na semana passada, condenada a remover das redes sociais diversas acusações caluniosas, como a que uma Borzoi teria sido roubada, mas ainda não foi localizada pelo oficial de justiça."
Ela finaliza dizendo que o Instituto Luisa Mell está à disposição das autoridades policiais e tomando todas as medidas judiciais contra "pessoas que vêm espalhando acusações mentirosas e criminosas contra nós". Gabriela não foi encontrada e "Pietra do Agreste" limitou as redes sociais apenas para seguidores selecionados depois da repercussão do caso.

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