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Mudanças

Globo deverá cortar salários de Faustão, Huck, Ana Maria e Fátima

Emissora estaria renegociando ganhos mensais de suas maiores estrelas com o projeto 'Uma Só Globo'

Publicado em 10 de Dezembro de 2019 às 20:45

Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 dez 2019 às 20:45
Fátima Bernardes Crédito: Divulgação
"O povo aumenta, mas não inventa!", como diria o "mestre" Nelson Rubens. Rola nos bastidores da Rede Globo que nomes como os de Fátima Bernardes, Luciano Huck (que ainda não definiu se será candidato à presidência em 2022), Faustão e Ana Maria Braga terão os seus salários reduzidos em 2020.
Segundo a coluna "Na Telinha", do UOL,  Faustão ganha algo em torno de R$ 4 milhões, tendo o dobro do segundo maior salário. No caso, a dona dos R$ 2 milhões de salário seria Fátima Bernardes. Ana Maria Braga e Luciano Huck ganhariam cerca de R$ 1,7 e R$ 1,3 milhões, respectivamente.
A norma para o próximo ano na "Vênus Platinada" continua sendo reestruturação de pessoal e enxugamento orçamentário. Logicamente, isso passa pela reavaliação dos contratos milionários da turma do entretenimento e do jornalismo. Recentemente, William Bonner, Maju Coutinho, Rodrigo Bocardi e Tino Marcos passaram pelas mesmas "mudanças". 
Especula-se que os nomes citados no início da matéria serão chamados um a um e terão os seus contratos renegociados em separadamente.  Comenta-se, também, que o cortes salariais poderão chegar de 20% a 40%. Obviamente, os percentuais faturados com merchandising não serão alterados.
A ideia de emissora é unificar o CNPJ para todas as suas divisões dentro do projeto "Uma Só Globo". A TV Globo, Globosat, Globo.com, Som Livre e DGCORP (Diretoria de Gestão Corporativa) passariam a atuar juntas. Quer um exemplo? Se Fátima Bernardes estrelar um programa no GNT não teria aumento salarial. Seu ganho "a mais" ficaria restrito às propagandas.  Logicamente, ela permaneceria à frente do "Encontro com Fátima Bernardes".
Em nota à coluna "Na Telinha", do portal UOL, a emissora negou que as estrelas terão redução salarial. As mudanças, que já acontecem a cerca de cinco anos, são apenas uma "readequação dos modelos de gestão empresarial".

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